Pedra
do Cavalo
Hidroelétrica
começará obras em novembro com investimentos de R$ 180
milhões |
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As duas primeiras turbinas da Hidroelétrica
de Pedra do Cavalo permitirão a comercialização
de 80 MW (megawatts) de energia a partir de setembro de 2004, com
o início de produção da primeira das duas turbinas,
de acordo com o cronograma estabelecido pelo Grupo Votorantim, que
através da Voith Siemens Hydro iniciará as obras de
construção do complexo no próximo mês
de novembro.
Quando totalmente pronto, em 2005, o conjunto terá capacidade
total de gerar 160 MW aproveitando o potencial das águas
do rio Paraguaçu, represadas pela barragem de Pedra do Cavalo,
distante 110 km de Salvador, no Recôncavo Baiano. A energia
suprirá o abastecimento das regiões metropolitana
em torno da capital baiana, fumageira e de Feira de Santana. |
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Barragem de Pedra do Cavalo
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| Os trabalhos
iniciais consistem numa escavação em rocha para a
instalação da casa de força com duas turbinas,
construção de uma subestação de 230
KV e implantação de uma linha de transmissão
com um quilômetro de extensão. A barragem de Pedra
do Cavalo, protege as cidades de Cachoeira e São Félix
das constantes inundações provocadas pelo rio Paraguaçu,
representa uma capacidade de 1,6 bilhão de bilhão
de metros cúbicos de água. Fica localizada numa bacia
hidrográfica de 53,6 km² e também garante o abastecimento
de Salvador e cidades circunvizinhas.
A Voith lidera um consórcio formado com a Estacon Engenharia
e a Spec Planejamento e Consultoria, que será a responsável
pela construção da usina, além dos serviços
de engenharia, obras civis e o fornecimento completo dos equipamentos
(duas turbinas tipo Francis de 82 MW, linha de transmissão
e da subestação). A barragem e o vertedouro já
estão prontos, faltando a casa de força. |
Alcan
Camaçari
ganha primeira fábrica de materiais compostos da América Latina |
| A Alcan Composites
Brasil aumentou em 10% a sua capacidade de produção
ao colocar em funcionamento, desde agosto desse ano, a sua primeira
fábrica da América do Sul, inaugurada oficialmente
no dia 22 de outubro, em Camaçari e que é a única
do país e da região a produzir o Alucobond® eDibond
- materiais compostos de alumínio com núcleo termoplástico
utilizados para revestimento de fachadas e para comunicação
visual.
Os novos produtos da fábrica da Alcan (segunda maior produtora
mundial de alumínio e a quarta no mundo), tem capacidade
para produzir 100 mil m² mensais e exigiu investimentos em
torno de US$ 10 milhões) dos produtos, que são espécies
de sanduíche com plástico revestido por duas folhas
de alumínio com espessuras diferentes, de acordo com a utilização,
e variedade de cores. Produzidas sob medida, as chapas que eram
compradas em tamanho padrão e depois cortadas, com os novos
cortes terão perdas menores, permitindo otimizar o uso dos
painéis, o que reduzirá os custos dos seus clientes
em cerca de 15% ou 20%.
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Fachada da Alcan em Camaçari |
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Consumindo
cerca de 500 mil m² dessas placas por ano, aproximadamente R$
70 milhões, o mercado brasileiro vinha crescendo entre 10%
e 15% ao ano até 2000, mas retraiu-se em 2001 com os problemas
energéticos e a alta do dólar, e até agora só
era abastecido por importações. Com a produção
local, espera ganhar mais mercado para o produto, cuja demanda ainda
está concentrada na região Sudeste, e a expectativa
é utilizar toda a capacidade da fábrica em até
quatro anos. A empresa tem dois centros de distribuição
no Brasil, em Mauá (SP) e na Bahia. A fábrica brasileira
vai atender toda a América do Sul e resulta de uma associação
da Alcan com a NJK, um de seus antigos distribuidores e que também
atua na distribuição de granito e mármores.
A tecnologia da fábrica é da Alcan, majoritária
no negócio. No Brasil, a empresa vende também, importadas,
chapas de PVC coloridas para aplicação visual.
Estiveram presentes na solenidade de inauguração,
Roberto Rocha, diretor Superintendente da Alcan Composites Brasil,
Georg Reif, presidente Alcan Composites Global e James Burr, presidente
Alcan Composites USA.
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Free Way
Fábrica na Bahia pretende faturar US$ 7,2 milhões |
Antes de ter completado
dez meses de negociações com o governo baiano e a prefeitura
de Terra Nova, a Free Way inaugurou, sua mais nova fábrica
naquela cidade, localizada a 80 km de Salvador, onde produzirá,
no primeiro ano, 400 mil pares de sapatos. O investimento da marca
para essa unidade é de US$ 500 mil em equipamentos e mais US$
2 milhões de capital de giro. No local, a empresa tem planos
de instalar, futuramente, uma unidade de couro e uma fábrica
de solados. O projeto de implantação da filial
será dividido em duas etapas. Na primeira, a indústria
irá empregar 400 pessoas e produzir 400 mil pares de sapatos
por ano, com um faturamento previsto de US$ 4,8 milhões.
Na segunda etapa, deseja ampliar seu quadro para 600 funcionários,
com produção anual de 600 mil pares de sapatos e faturamento
previsto em US$ 7,2 milhões. A nova fábrica conta
com uma área construída de 2.000m² e mais 3.600
m² a serem edificados ao longo da segunda etapa.
A Free Way está oferecendo treinamento técnico para
os seus futuros funcionários que residem na própria
cidade. Profissionais da marca e instrutores do SENAI estão
responsáveis por mostrar todas as etapas da produção
e capacitar a comunidade local para o mercado de trabalho, atendendo
as necessidades da empresa, gerando novos empregos na região.
Metade da produção da indústria de Terra Nova
será escoada através de transporte terrestre para
o mercado interno e a outra parte será destinada à
exportação, com a distribuição por transporte
marítimo e aéreo.
Na sede da companhia, em Franca (SP), a produção
diária de calçados gira em torno de 8 mil pares/dia,
faturando anualmente mais de R$ 60 milhões. |
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Jânio Machado Silva |
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