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Presidente da Bahia Mineração coloca o governo da Bahia na parede: “Se a Ferrovia Oeste-Leste e o Porto de Ilhéus não ficarem prontos em 2014, complicará o investimento de US$ 2,5 bilhões

por admin. Tempo de leitura: cerca de 1 minuto.

Quando a BAMIN projetou a exploração de minério de ferro na região de Caetité, em 2005, deveria construir um mineroduto ligando a mina ao futuro Porto de Ilhéus, que seria o melhor, mais rápido, mais sustentável e mais econômico meio de transporte. Na época, a Zamin Ferrous, que pertence ao investidor indiano Pramod Agarwal, acreditou nas promessas da implantação da Ferrovia Oeste-Leste para 2013. Talvez prevendo a não concretização do prazo da FIOl, muito menos do Porto, venderam a BAMIN para um grupo do Cazaquistão (Eurasian Natural Resources Corporation – ENRC). Mudaram o interlocutor da empresa com o Brasil e agora amargam um grande atraso nas obras e, pior ainda, sem data certa e muitas interrogações. O presidente da Bahia Mineração, José Francisco Viveiros, ao participar em Jequié da reunião com a Valec, ministros e o governador Jaques Wagner, demonstrou sua insatisfação com o andamento das obras, afirmando que “2014 é o novo prazo estabelecido pela empresa para a conclusão do Porto Sul, em Ilhéus, e caso este prazo precise ser novamente renovado, a situação tende a complicar e, a partir daí, já começa a atrapalhar o nosso projeto”. O governo sofre com a leniência da Valec e do Ministério dos Transportes, problemas por parte do Ibama e Tribunal de Contas da União, além do fogo amigo dos parlamentares do PT que incendeiam as populações, quilombolas e Sem-Terra contra o projeto.

 

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