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| Salvador - Bahia - Brasil -
Maio de 2005 - ANO X - Nº. 103 |
| Febraban Bancos investem R$ 12,5 bilhões em TI, reduzindo custos |
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Os bancos brasileiros gastaram mais de R$ 12,5 bilhões com tecnologia da informação (TI) em 2004, um crescimento de 8% em relação ao ano anterior - e superior ao crescimento da economia do País, que foi de cerca de 5%. A projeção da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) é baseada em pesquisas da Fundação Getúlio Vargas, segundo as quais desde 2001 as instituições dedicam à TI um volume superior a 10% de seu patrimônio líquido. A evolução das verbas destes bancos com tecnologia foi de 186,5% entre 2000 a 2004, período em que os gastos evoluíram de R$ 6,7 bilhões em 2000; para R$ 9.8 bilhões em 2001, R$10,9 bilhões em 2003 e atingem R$ 11,5 e R$ 12,5 bilhões em 2003 e 2004, respectivamente. No total dos gastos em 2004 estão incluídas as despesas com remuneração de funcionários, manutenção de sistemas, entre outras recorrentes, além dos investimentos em novas tecnologias, que em geral correspondem a aproximadamente 30% do montante. A Febraban já iniciou uma série de pesquisas que serão apresentadas na XV edição do Ciab, promoção anual dessa entidade, um dos mais importantes eventos de Tecnologia da Informação do País que pretende superar os índices registrados em 2004: 12.559 visitantes, 1.266 congressistas e 81 empresas expositoras. Acontecerá entre os dias 15 a 17 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Compartilhamento da logística - A Febraban, prestadoras de serviços, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, ABN Real, HSBC, Santander e Besc iniciaram um projeto piloto para compartilhamento da logística de abastecimento e manutenção em terminais de auto-atendimento terceirizados. Será testado por 90 dias em 120 terminais de Florianópolis (SC) e após o período de avaliação o contrato poderá ser estendido para os demais Estados. O novo modelo tem o objetivo de reduzir custos e padronizar os serviços, com base na mesma logística adotada para o transporte de malotes. De acordo com estimativas, os bancos terão uma redução de custos de 30%, em média. |
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| Desenbahia Juros mais baixos do mercado: 1,0% ao mês e mais prazo |
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meses no empréstimo subseqüente, com o valor-limite ampliado de 15 para 20% da receita com operações mercantis da empresa. Aquele que, além de não atrasar o pagamento das parcelas, comprovar a geração de pelo menos um novo emprego no período, fará jus ainda a uma taxa de juros de 1% ao mês no segundo financiamento. O modelo de parceria com a Secretaria do Trabalho, Assistência Social e Esporte (coordenadora operacional), a Agência (gestora financeira) e o Sebrae (treinamento dos agentes de crédito com o apoio das prefeituras dos municípios onde se instalaram agências do CrediBahia) permite isto, porque os recursos financeiros operados pela Desenbahia são do próprio Governo, através do Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia (Fundese). Os recursos do programa, idealizados não para disputar mercado, mas como um instrumento indutor da disseminação do microcrédito produtivo no Estado, são de R$ 5 milhões, utilizando 33 agências do CrediBahia espalhadas por diversas regiões do estado e outras 20 serão abertas em 2005. |
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