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Salvador - Bahia - Brasil - Maio de 2005 - ANO X - Nº. 103
 
Odebrecht
Sauípe acolhe mais um empreendimento no melhor resort da América Latina, com a implantação do Condomínio Quintas de Sauípe Grande

Os princípios filosóficos da Organização Odebrecht, que se baseiam em um desenvolvimento sustentado, direcionado para estabelecer projetos que tragam resultados em setores estratégicos, estruturados em fundamentos éticos e bases sólidas de respeito ao meio ambiente, ganham espaço na área de investimentos imobiliários. São empreendimentos implantados em áreas nobres, com vocação determinada e que garantem solidez e retorno em todas as suas aplicações.

Isto se espelha na prática quando se descortina a imensidão da Fazenda Sauípe, uma propriedade da Odebrecht situada ao longo do Litoral Norte da Bahia, banhada pelo Oceano Atlântico, e que hoje abriga, em uma parte do seu terreno, o mais desejado Destino Turístico da América Latina, que é o Costa de Sauípe. Os cinco hotéis cinco estrelas de bandeiras internacionais, as simpáticas e tradicionais pousadas temáticas, os centros esportivos, campo de golfe e centros de entretenimento completam-se agora com a construção de condomínios de primeira linha.

O conceito Odebrecht de oferecer as melhores soluções para os seus clientes ampliou a sua criatividade ao lançar no ano passado o Condomínio Casas de Sauípe Grande Laguna, sucesso de comercialização no Brasil e exterior e que tem registrado um retorno antecipado, mesmo antes de sua inauguração, para quem ali aplicou seus recursos. Ao seu lado a empresa está colocando no mercado nacional e internacional - com foco maior para o público baiano, o Condomínio Quintas de Sauípe Grande Laguna.

Pode-se descrever o empreendimento, resgatando aos tempos de hoje as tradicionais Quintas Portuguesas, símbolos de fidalguia de um tempo que já se foi, hoje transformados em solares abertos ao turismo. Ricas edificações que preservam o encanto e o esplendor de uma época. As Quintas de Sauípe Grande Laguna, imbuídas dessa áurea acolhedora, são descrições bucólicas e aprazíveis de um quadro imaginado para um cenário de lazer da família.

O projeto - Trata-se de um condomínio fechado, com infra-estrutura completa para lazer o ano inteiro. É o segundo empreendimento imobiliário implantado ao lado de Costa do Sauípe, sendo a terceira fase de desenvolvimento da Fazenda Sauípe, que pertence há mais de meio século ao Grupo Odebrecht. O condomínio será implantado em uma área de 466.000 mil metros quadrados, com 175 casas, que ocuparão apenas 15% de toda a área, dotado de serviços de padrão internacional e de acordo com toda a filosofia conservacionista da Odebrecht.

O projeto integra as residências em uma imensa área verde, com dunas e uma lagoa com mais de 1 milhão de metros quadrados de espelho d´água, equivalente a mais de nove vezes o tamanho do Dique do Tororó (BA) ou a metade da lagoa Rodrigo de Freitas (RJ), podendo ser utilizada por barcos a vela ou com motores elétricos. Toda a concepção urbanística foi cuidadosamente desenhada pelo escritório De Fournier & Associados e o projeto paisagístico sob a responsabilidade da Parnaso Jardim.

São 16 opções de plantas para casas desenhadas pelos arquitetos André Sá, Francisco Mota, David Bastos, Fernando Peixoto e Henri-Michel de Fournier, dotadas de 4 suítes em terrenos com área entre 900 e 1.800 metros quadrados. Sem muros, terão duas frentes, sendo que uma delas só permitirá o acesso de pedestres ou bicicletas que podem trafegar livremente pelas vias verdes, espalhadas por todo o condomínio.

O Quintas de Sauipe Grande Laguna contará com o serviço Club Concièrge, um atendimento personalizado, típico de resorts cinco estrelas, oferecendo inclusive Central de Locação, para aqueles que, além de investir em qualidade de vida, desejam também retorno financeiro. A comercialização das unidades está a cargo das equipes de Josinha Pacheco Consultoria Imobiliária e da Coelho da Fonseca Empreendimentos Imobiliários no Brasil, e, na Europa, a Intercim e a Luxus.

 


Michel de Fournier


André Sá/Francisco Motta


David Bastos


Fernando Peixoto

Conservar melhor o meio ambiente

A conhecida Costa dos Coqueiros, onde está localizada a Fazenda Sauípe, é uma área de proteção ambiental devidamente amparada pelos segmentos que cuidam da flora e fauna da região. Ali a Odebrecht, ciente dos cuidados que devota à natureza e seguindo um comportamento que mantém em todos os seus projetos em todo o mundo, implantou um bem cuidado programa de apoio ao ecossistema.

 

 
O ecossistema principal é o da Restinga, no domínio da Mata Atlântica, no qual somente 10% da área total serão ocupadas com construções no Casas de Sauípe, enquanto que no Quintas de Sauípe será de 15%, apesar do licenciamento permitir até 30% de ocupação. Quase todo o terreno permanecerá intacto através das APP - Áreas de Preservação Permanente e da vegetação nativa mantida nas áreas comuns de paisagismo e nos lotes

As 55 mil mudas de plantas nativas da Restinga foram propagadas no moderno telado de 4.500 m². Dentre elas, palmeiras, orquídeas, bromélias, sucupiras e maçarandubas que serão utilizadas no paisagismo dos condomínios e na recuperação de áreas degradadas. Muitas destas espécies são endêmicas e só ocorrem naturalmente no litoral norte da Bahia. A tecnologia gerada nos projetos ambientais vai ajudar para evitar a extinção destas espécies.

A iniciativa da Odebrecht conta, ainda, com um Centro de Triagem e Reabilitação de Fauna. Uma equipe especializada, composta por biólogos e veterinários, faz o resgate, monitoramento e pesquisas com os animais silvestres da região.

O PEA - Programa de Educação Ambiental, atende à comunidade nos entornos e os parceiros e colaboradores internos. As crianças recebem tratamento especial. Diversas escolas públicas e privadas participam das atividades didáticas, palestras e caminhadas ecológicas. Mudas de árvores nativas são distribuídas para as escolas e prefeituras.

Visando a utilização racional dos recursos naturais, está sendo implantado o PGRS - Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. O objetivo é diminuir, reutilizar e reciclar os resíduos gerados na obra. Outra ação visa o tratamento de efluentes dos sanitários sem produtos químicos poluentes, nem energia. O esgoto passa por um leito de brita cultivado com plantas, chamado 'wetland', permitindo o reuso dos efluentes na irrigação do paisagismo.

 
 

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