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| Salvador - Bahia - Brasil -
Maio de 2005 - ANO X - Nº. 103 |
| Portos Seminário pretende corrigir distorções, dar transparência aos preços e aumentar a eficiência |
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Usuários e agentes públicos e privados envolvidos na operação portuária estarão reunidos em Salvador, dias 13 e 14 de junho, para discutir aspectos regulatórios e de concorrência do setor, que têm prejudicado a competitividade das empresas donas de cargas, exportadoras e importadoras. Com o tema Modernização dos Portos-Regulamentação e Concorrência, o Ministro Jaques Wagner, da Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, abrirá o evento. Em relação aos portos da Bahia, o objetivo principal é debater a valorização dos terminais de Salvador e Aratu, a partir da redução de custos, eficiência e segurança. A idéia é proporcionar uma moldura objetiva de relacionamento entre usuários e arrendatários para superar conflitos contratuais, ampliando os horizontes de diálogo e ações construtivas que beneficiem os negócios, a economia e a sociedade. Entre os problemas que os atinjem hoje estão as tarifas elevadas e em duplicidade, ausência de fiscalização e conseqüente ineficiência. A promoção é da Usuport - Associação de Usuários dos Terminais Portuários de Salvado e é o primeiro passo para rediscutir um novo modelo para o sistema portuário brasileiro, consolidá-lo e integrá-lo de forma competitiva à economia global. No centro dos debates figuram os desafios com base na regulamentação das relações entre usuários, arrendatários e o governo e, ao mesmo tempo, aqueles vinculados a um programa de investimentos que permita ao sistema portuário dar alicerce a um novo ciclo de desenvolvimento no País. São associados fundadores da Usuport: Air Products do Brasil, Bahia Pulp, Bom Brasil, Braskem, Cajuba, Cargo Line, Creso Amorim, Dow Brasil, Dusa, Eadi Empório, Eadi Salvador, Ferbasa, Ford, Gerdau, José Rubem, Millennium Lyondell, Morais de Castro, Politeno, Ucar, além de 27 exportadoras de frutas do Vale do São Francisco, reunidas na BGBM e associados institucionais. |
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| Cimento Centro de Distribuição da Votorantim |
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| O CD, explica Max Mustrangi, diretor de Logística da empresa, armazenará os cimentos Poty e Aratu, argamassa e rejunte Votomassa e cimento branco Irajazinho e Votoran, atendendo 700 pontos de venda na Bahia. No Nordeste possui as fábricas de cimento Cimesa (Sergipe), Cipasa (Paraíba), Cearense (Ceará) e Poty Paulista (Pernambuco, que produz pozolana). Produzem anualmente 60 milhões de sacos de cimento com uma capacidade instalada 106 milhões de sacos/ano. | ||
| RPL Empresa de rolamentos na Bahia |
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| A RPL, um dos maiores distribuidores brasileiros de rolamentos industriais e componentes para a manutenção de máquinas e equipamentos, investiu R$ 1 milhão na nova central de distribuição de Lauro de Freitas (Bahia), a sua quinta no País e a terceira no Estado (São Sebastião do Passé e São Francisco do Conde). Fundada em 1967, faturou R$ 37 milhões em 2004, atuando nos segmentos da indústria automobilística (montadoras e autopeças), petroquímico, alimentício e metalúrgico, dentre eles, Ambev, Bosch, Bertin, Dana, Dow Brasil, Eaton, Fiat, Ford, General Motors, Mahle, Nestlé, Petrobras, Sadia e Volkswagen. Renato Martins Pereira, diretor-geral, diz que a empresa possui 36 contratos de fornecimento para cerca de 150 plantas industriais em todo o Brasil, com giro mensal de 120 mil peças. A estratégia permitiu à RPL crescer 30% em 2004. A previsão é ultrapassar uma receita de R$ 40 milhões em 2005, num crescimento de 50% em dois anos. |
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| Wilson, Sons Segundo rebocador entra em operação |
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| A Saveiros Camuyrano, empresa do grupo Wilson, Sons e detentora da maior frota de rebocadores da América Latina, colocou na água o Cetus, construído no Estaleiro Wilson, Sons (Guarujá), de onde saiu o Taurus, primeiro rebocador da série. Ainda este ano entrega mais dois rebocadores e outro em fevereiro de 2006 integrando um projeto de US$ 25 milhões. A embarcação é de uma família de rebocadores com tecnologia de propulsão azimutal, o que permite maior desempenho em manobras e agilidade às operações de atracação e desatracação de navios. O Cetus atingiu nas provas de mar mais de 43 toneladas de bollard pull, medida que afere a força de tração para movimentação de navios, explica Arnaldo Calbucci, diretor de rebocadores e estaleiros do Grupo. |
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