Cofre aberto
Brasil gasta US$ 723 milhões com compra e reaparelhamento de aviões |
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| O grupo aeroespacial e de defesa europeu EADS, por intermédio da sua filial espanhola, a EADS CASA, fechou um contrato de US$ 723 milhões com o Brasil para vender 12 aviões de transporte militar C-295 e reaparelhar oito aviões P-3 Orion, que operam no patrulhamento marítimo. Participarão do projeto, que criará 1.500 empregos diretos, as empresas nacionais VEM (Varig Engenharia e Manutenção), Atech e HTA Group.
O Senado já concedeu autorização para assinar uma operação de crédito com o consórcio formado pelo Banco Bilbao Viscaya Argentaria, BNP Paribas e Banco Santander Central Hispânico para a compra de aeronaves e modernização de outros oito aviões. O dinheiro, segundo o Ministério da Defesa, somente será liberado quando houver recursos orçamentários suficientes.
Ao custo de US$ 308 milhões, os 12 aviões C 295 que substituirão os 12 aviões Búfalo em operação desde a década de 70 e previstos para deixar de operar no final deste ano, levarão material às guarnições das Forças Armadas e auxiliarão com alimentos e remédios populações carentes em áreas inóspitas do país. Os outros oito aviões modernizados patrulham o espaço aéreo brasileiro, executam missões de ataque a alvos submarinos e de superfície e cumprirão missões de busca e salvamento. Custarão US$ 415 milhões. |
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Varig
TAP colocará 63 milhões de Euros |
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Todas as tratativas no sentido de solucionar a situação da Varig estão sendo mantidas com setores do governo, mas foi descartada, completamente, qualquer solução que possa privilegiar a posição do Estado, via BNDES, no negócio.Renegociar as dívidas com a Infraero, Petrobras e INSS, por exemplo, além dos contatos com o Ministério da Defesa e com o próprio banco estão dentro da filosofia dos novos dirigentes da FRBPar, holding que controla a Varig. |

Henrique Neves,
presidente da Varig |
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Utilizando a TAP - que está comprando 20% das ações da companhia - como ponta de lança nas negociações com a iniciativa privada, os bancos credores e os maiores fornecedores de peças, turbinas e combustíveis, a empresa aérea brasileira espera concluir o pacote de negociações e assina-lo no início de julho. Demissões pontuais de pessoal estão acontecendo no momento tendo em vista o fim do compartilhamento dos vôos com a TAM, para quem perdeu a liderança, o que determinou a supressão de 14 freqüências dentro do Brasil. David Zilbersjtain, presidente do Conselho de Administração da FRBPar e seus companheiros de diretoria - Omar Carneiro da Cunha Sobrinho, Embaixador Marcos Castro de Azambuja, Eleazar de Carvalho Filho, Brigadeiro Sergio Xavier Ferolla, Sergio de Almeida Bruni, Gesner de Oliveira e Harro Fouquet - estão com o apoio de uma bancada política integrada por senadores e deputados que os acompanham nas audiências com autoridades públicas e no Judiciário. A intenção é chegar a um denominador comum no governo para fazer o tão sonhado encontro de contas com o crédito ganho na Justiça. Novo presidente - Henrique Sutton de Sousa Neves. Brasileiro, casado, 51 anos, nascido em Brookline, Massachussets (USA), filho de pai português e mãe brasileira. Formado pela PUC/RJ, cursou o Advanced Management Program da Harvard Business School. Trabalhou no Brasil e Exterior em cargos de administração de grandes empresas, multinacional e brasileira, nos setores de petróleo (Shell e Sabbá) e em telecomunicações (Brasil Telecom). |
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Charters
Rio Grande do Norte lidera número |
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A concorrência na busca pelo turista estrangeiro tem aumentado o volume de vôos charters no Brasil. Vários Estados vêm apresentando um crescimento acentuado no número de passageiros internacionais devido à frequência cada vez maior de vôos não-regulares. Esse é o caso de quase toda a região Nordeste. A novidade, este ano, fica por conta do Rio de Janeiro, que sempre liderou o número de desembarques em vôos regulares e passa agora, cada vez mais, a se beneficiar dessa outra modalidade de linha aérea. O Estado, líder em desembarques de charters, é o Rio Grande do Norte, com 29.429 passageiros em março, tendo crescido 22,06% sobre 2004. No primeiro trimestre do ano, esse número foi de 32,19%. Em terceiro lugar, Santa Catarina, com 25.283 desembarques e crescimento de 76,05% no mês e 15,41% no trimestre, seguido do Ceará, com 22.214 desembarques, crescimento de 22,06% no mês e 24,75% no trimestre. O primeiro trimestre de 2005 apontou a vinda para o Brasil de cerca de 137 mil turistas em vôos charters, todos estrangeiros, batendo com folga os 101 mil no mesmo período do ano passado: um crescimento de 35,46%. |
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TAM com mais linhas
A partir de 15 de junho a companhia colocará mais dois vôos diários para a França, saindo do aeroporto de Guarulhos (São Paulo), somando 14 freqüências entre os dois destinos. Consolida a área internacional com dois vôos diários para Miami, um diário para Santiago do Chile, seis diários para Buenos Aires e outras ligações no Cone Sul a partir da TAM Mercosur. E a Bahia totaliza 170 vôos com os regulares de segunda a sexta-feira, para Ilhéus e Porto Seguro, partindo de Guarulhos com escala em Belo Horizonte.
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Mudanças na Varig
Mário Bruni deixa a gerência da companhia em Portugal para assumir o mesmo posto em Londres, atendendo o Reino Unido, Irlanda e Médio Oriente. Para Lisboa segue Sérgio Valentim, que deixa a gerência de Vendas em São Paulo.
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Fusão no ar
Unir para sobreviver é o novo caminho das companhias aéreas de médio porte no mundo. O primeiro passo foi dado com as norte americanas US Airways e America West que com a medida, reduzirão seus custos anuais em US$ 600 milhões e esperam faturar US$ 10 bilhões. No Brasil, fala-se que a Trip, Rico e a BRA entabolam negociações para atuarem em conjunto; as três operam em regiões distintas, não existindo superposições de vôos. |
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Gol internacional
Mesmo não sendo a Bolívia uma boa idéia, diante dos conflitos no país, a Gol prepara-se para descer em La Sierra, antecipando as operações com destino a Montevidéu e Assunção, autorizadas pelo CERNAI.
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TAP cresce no Brasil
Transportar 880 mil passageiros este ano é a meta do diretor-geral para o Brasil e Argentina da TAP, Mário Carvalho. Fechou 2004 com 600 mil assntos ocupados diretamente, sem contabilizar compartilhamentos. A companhia reduziu os prejuízos em 10,2% no primeiro trimestre deste ano.
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