fale conosco | expediente | edições anteriores| anunciantes do mês|como anunciar

Home | Política| Finanças | Petroquímica| Telecomunicações| Comércio| Imoveis | Aviação | Turismo
| Hotelaria| Transportes & Veículos | Lançamentos | Geraldo Vilalva Informa

Salvador - Bahia - Brasil - Maio de 2006 - ANO X - Nº. 114
Gaúchos sem investimento da Braskem
Interesses corporativos, ideológicos e eleitorais dão prejuízo de US$ 1 bilhão ao RS.

não cumprimento do protocolo assinado pela Petroquisa em 2001 impediu o grupo baiano de investir no Pólo Petroquímico gaúcho. Empresários, políticos e a sociedade do Rio Grande do Sul denunciam as manobras dentro do Governo federal que prejudicarão o segmento no Estado.

Admitem que a Braskem tenha US$ 1 bilhão em caixa para investir, e estaria disposta a colocar US$ 500 milhões do bolo nos seus negócios do Pólo Petroquímico de Triunfo (RS). Estes recursos, garantem os gaúchos, seriam o maior aporte que o segmento receberia desde 1999, quando teve uma injeção de US$ 1,5 bilhão e cresceu 40%, o mesmo esperado para agora.

A participação da Braskem reverteria também em igual montante de investimentos decorrentes de outras empresas que seriam implantadas como unidades de segunda e terceira geração da petroquímica. As conseqüências serão cruéis para o RS e para o Brasil, porque os sócios da Copesul (Pólo) não se entenderão e os investidores internacionais torcerão o nariz diante da reentrada do setor estatal como protagonista na área petroquímica.

Ao anunciar os resultados do 1º trimestre - lucro caiu 41% - a empresa anunciou forte redução nas despesas gerais, administrativas e do custo financeiro. Paralisou também as tratativas em torno do projeto na Bolívia onde investiria US$ 900 milhões para produzir em 2011 cerca de 750.000 tons/ano de polietileno a partir do gás. Mas confirmou o acordo com a Pequiven onde terá 1,2 milhão de toneladas de eteno, polietileno e resinas termoplásticas a partir do gás venezuelano.

   
Perigo nuclear

O deputado federal Luiz Carreira, presidente da Comissão de Meio Ambiente, concluiu relatáorio sobre o perigo de instalações nucleares no Brasil. Solicitou planos de emergência ao governo.

Unigel
US$ 100 milhões na ampliação da planta
O investimento do grupo que também controla a Acrinor, Risarbras e a Policarbonato será feito até 2008. O anúncio é do superintendente da Proquigel Química, empresa da rede instalada em Candeias, Roberto Fiamenghi.
Campo de Manati
El Paso produzirá óleo em 2007. Projeto terá 10 poços de produção

Depois de aprovada nas comissões temáticas, a proposta para a realização de um plebiscito As loterias da Caixa Econômica federal, principalmente a mega-sena que paga os prêmios mais valiosos, estão sendo utilizadas para lavagem de dinheiro por uma rede de criminosos estruturada em todo o Brasil, que aproveitam os resultados dos jogos, utilizando pessoas que emprestam seus nomes para receber o dinheiro.

A atividade exploratória no local, cerca de 10 km da Praia de Pratigi, tem potencial estimado em 35 milhões de barris de petróleo (11 mil barris/dia, numa fase inicial). Os investimentos previstos na exploração e produção alcançam US$ 200 milhões até 2008, aproximadamente US$ 90 milhões em 2006.

O vice-presidente da Divisão Internacional da El Paso, Antonio de Pinho, estima que possa gerar 220 empregos diretos na fase de construção e desenvolvimento, além de 35 postos permanentes. Foi criado um Programa de Mobilização para a Qualificação Profissional, com o objetivo de atrair, desenvolver e treinar pessoas para trabalhar nas diversas etapas da iniciativa, valorizando o capital humano regional.


Jorge Lins Freire (FIEB), Governador Paulo Souto e Antonio de Pinho
 
Bahia Pulp Celulose
R$ 450 milhões do BNDES para duplicar

O projeto da empresa de celulose solúvel em Camaçari totaliza R$ 985,7 milhões na implantação de uma nova linha de produção para o processamento de até 250.000 ton/ano de celulose solúvel standard ou 215.000 ton/ano de celulose high grade (alto teor de alfa). Diversificará a sua linha de produtos para atender também os mercados de acetato, éteres e nitrato.

É utilizada na fabricação de filamentos têxteis, celofane, acetatos, nitratos, viscose, rayon, aditivos alimentares, éter de celulose, filtros de cigarro e pneumáticos. Difere da celulose aplicada na produção de papel pelos seus teores mais altos de alfa celulose. A nova unidade vai gerar 300 novos empregos diretos na indústria e 700 empregos na florestal. Com a expansão da capacidade de produção, a Bahia Pulp estará posicionada entre os cinco maiores produtores mundiais de celulose solúvel, com vendas destinadas majoritariamente ao mercado externo. Criada em setembro de 2003 com a aquisição da Bacell (grupo Klabin), a Bahia Pulp é controlada pela Sateri Bacell Ltd, cuja empresa holding é a Sateri International Co., com sede em Xangai, um dos líderes mundiais na produção de viscose e de celulose solúvel.

Lula sozinho: política internacional do Brasil faz água em todo o mundo
Empresários estão com receio dos investimentos que fizeram em países da América Latina

A tão esperada e anunciada posição do presidente da Bolívia, Evo Morales, invadindo e estatizando as instalações da Petrobras em seu País poderá ter outros desdobramentos na Venezuela, Argentina, Uruguai e Paraguai onde empresas brasileiras mantêm altos investimentos em diversas áreas produtivas.

O açodamento em várias frentes para conquistar postos nos órgãos internacionais, principalmente junto ao Conselho de Segurança da ONU, OMT, OEA, BID e BIRD, colocaram o Brasil numa posição de desconfiança e portas fechadas no cenário mundial, apesar das ajudas financeiras aos países pobres.

Rússia, Índia e China - que compunham com o Brasil o BRIC - foram os primeiros a estranharem, barrando as pretensões comerciais de nossas empresas. A indefinição quanto à renovação dos equipamentos da FAB provocou forte reação dentro dos estados Unidos, Canadá, Suécia, França e Rússia. O Chile, por sua vez, afastou-se cada vez mais do Mercosul e fechou todos os acordos com a ALCA e Europa, ampliando sua balança de exportação e importando a preços baixos.

A indústria automobilística brasileira vive a expectativa de perder seu principal parceiro, a Argentina, ao não concluir até hoje o acordo entre os dois países e até o México exigiu ampliar a reciprocidade, enviando para cá novos modelos.


Mapa dos projetos e a malha de gasodutos

Apagão no gás em 2008
Ninguém confia no governo da Bolívia

É ponto principal nas discussões: se o governo não cuidar do problema da maneira correta, o País corre o perigo de sofrer apagão energético em 2008, pois 51% do gás que consome vêm da Bolívia. São Paulo recebe 75% de seu consumo; Rio Grande do Sul, 70%; Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina chegam aos 100%. Havendo corte no abastecimento, o que não é improvável, além do usado nos veículos, também a indústria terá prejuízos, principalmente os setores de vidro, cerâmica, bebidas e alimentos.

Desde 1996 a Petrobras investiu na Bolívia US$ 1,5 bilhão, mais US$ 2,0 bilhões na infra-estrutura necessária para trazer o gás boliviano até aos consumidores brasileiros. Atualmente opera 46% das reservas de gás natural e produz toda a gasolina e óleo diesel consumido pelos bolivianos, sendo responsável por 20% dos investimentos diretos no País e por 18% do PIB boliviano. Com a nova legislação, o governo boliviano passa a deter 82% das receitas de todos os empreendimentos no país e as empresas operadoras ficam com 18%.

No Seminário A Importância da Regulação no Desenvolvimento da Indústria do Gás Natural, realizado em Maceió, foi sugerida a aprovação imediata pelo Congresso da Lei do Gás, que disciplina os aspectos essenciais para investimentos em transporte e distribuição. Dentre os 3 projetos existentes a ABAR e ABEGÁS entendem que, pela forma democrática como foi construído, o PLS 226/05, proposto pelo senador Rodolfo Tourinho, reune as melhores condições para atender aos interesses da sociedade brasileira. Nele estão previstos o livre acesso, concessões para todos os empreendimentos de transporte, respeito às atribuições constitucionalmente asseguradas aos Estados e busca o fortalecimento institucional das agências reguladoras. Os presidentes das entidades, Álvaro Machado e Romero Oliveira escreveram juntos à "Carta de Maceió", apoiando o projeto.

Carrier
Climatização da Plataforma PRA-1

Líder mundial em ar condicionado, a empresa do grupo americano UTC, investe num novo segmento em climatização pela primeira vez no Brasil: a Plataforma de Rebombeamento Autônomo, da Petrobras, em construção no estaleiro da Odebrecht Engenharia, em Maragogipe.

Desenvolvido especialmente para o conforto da plataforma, sem nenhuma ligação com a produção de petróleo representa um investimento de R$ 5 milhões em equipamentos (resfriadores de líquidos e unidades condicionadoras air handling), todos feitos sob encomenda. Os equipamentos foram projetados para suportar ambientes agressivos, com excesso de salinidade e para proteger contra explosões, explica Luiz Cabral, diretor comercial da Carrier.


fale conosco | expediente | como anunciar | anunciantes do mês | edições anteriores
Jornal Bahia Negócios - Todos os direitos reservados®2002  |  Desenvolvimento: Traço Design