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Gaúchos sem investimento da Braskem
Interesses corporativos, ideológicos e eleitorais dão prejuízo de US$ 1 bilhão ao RS. |
| não cumprimento do protocolo assinado pela Petroquisa em 2001 impediu o grupo baiano de investir no Pólo Petroquímico gaúcho.
Empresários, políticos e a sociedade do Rio Grande do Sul denunciam as manobras dentro do Governo federal que prejudicarão o segmento no Estado. Admitem que a Braskem tenha US$ 1 bilhão em caixa para investir, e estaria disposta a colocar US$ 500 milhões do bolo nos seus negócios do Pólo Petroquímico de Triunfo (RS). Estes recursos, garantem os gaúchos, seriam o maior aporte que o segmento receberia desde 1999, quando teve uma injeção de US$ 1,5 bilhão e cresceu 40%, o mesmo esperado para agora. A participação da Braskem reverteria também em igual montante de investimentos decorrentes de outras empresas que seriam implantadas como unidades de segunda e terceira geração da petroquímica. As conseqüências serão cruéis para o RS e para o Brasil, porque os sócios da Copesul (Pólo) não se entenderão e os investidores internacionais torcerão o nariz diante da reentrada do setor estatal como protagonista na área petroquímica. Ao anunciar os resultados do 1º trimestre - lucro caiu 41% - a empresa anunciou forte redução nas despesas gerais, administrativas e do custo financeiro. Paralisou também as tratativas em torno do projeto na Bolívia onde investiria US$ 900 milhões para produzir em 2011 cerca de 750.000 tons/ano de polietileno a partir do gás. Mas confirmou o acordo com a Pequiven onde terá 1,2 milhão de toneladas de eteno, polietileno e resinas termoplásticas a partir do gás venezuelano. |
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| Perigo nuclear |

O deputado federal Luiz Carreira, presidente da Comissão de Meio Ambiente, concluiu relatáorio sobre o perigo de instalações nucleares no Brasil. Solicitou planos de emergência ao governo.
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Unigel
US$ 100 milhões na ampliação da planta |
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O investimento do grupo que também controla a Acrinor, Risarbras e a Policarbonato será feito até 2008. O anúncio é do superintendente da Proquigel Química, empresa da rede instalada em Candeias, Roberto Fiamenghi. |
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Campo de Manati
El Paso produzirá óleo em 2007. Projeto terá 10 poços de produção |
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Depois de aprovada nas comissões temáticas, a proposta para a realização de um plebiscito As loterias da Caixa Econômica federal, principalmente a mega-sena que paga os prêmios mais valiosos, estão sendo utilizadas para lavagem de dinheiro por uma rede de criminosos estruturada em todo o Brasil, que aproveitam os resultados dos jogos, utilizando pessoas que emprestam seus nomes para receber o dinheiro. A atividade exploratória no local, cerca de 10 km da Praia de Pratigi, tem potencial estimado em 35 milhões de barris de petróleo (11 mil barris/dia, numa fase inicial). Os investimentos previstos na exploração e produção alcançam US$ 200 milhões até 2008, aproximadamente US$ 90 milhões em 2006. O vice-presidente da Divisão Internacional da El Paso, Antonio de Pinho, estima que possa gerar 220 empregos diretos na fase de construção e desenvolvimento, além de 35 postos permanentes. Foi criado um Programa de Mobilização para a Qualificação Profissional, com o objetivo de atrair, desenvolver e treinar pessoas para trabalhar nas diversas etapas da iniciativa, valorizando o capital humano regional. |

Jorge Lins Freire (FIEB), Governador Paulo Souto e Antonio de Pinho |
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Bahia Pulp Celulose
R$ 450 milhões do BNDES para duplicar |
O projeto da empresa de celulose solúvel em Camaçari totaliza R$ 985,7 milhões na implantação de uma nova linha de produção para o processamento de até 250.000 ton/ano de celulose solúvel standard ou 215.000 ton/ano de celulose high grade (alto teor de alfa). Diversificará a sua linha de produtos para atender também os mercados de acetato, éteres e nitrato. É utilizada na fabricação de filamentos têxteis, celofane, acetatos, nitratos, viscose, rayon, aditivos alimentares, éter de celulose, filtros de cigarro e pneumáticos. Difere da celulose aplicada na produção de papel pelos seus teores mais altos de alfa celulose. A nova unidade vai gerar 300 novos empregos diretos na indústria e 700 empregos na florestal. Com a expansão da capacidade de produção, a Bahia Pulp estará posicionada entre os cinco maiores produtores mundiais de celulose solúvel, com vendas destinadas majoritariamente ao mercado externo. Criada em setembro de 2003 com a aquisição da Bacell (grupo Klabin), a Bahia Pulp é controlada pela Sateri Bacell Ltd, cuja empresa holding é a Sateri International Co., com sede em Xangai, um dos líderes mundiais na produção de viscose e de celulose solúvel. |
Lula sozinho: política internacional do Brasil faz água em todo o mundo
Empresários estão com receio dos investimentos que fizeram em países da América Latina |
A tão esperada e anunciada posição do presidente da Bolívia, Evo Morales, invadindo e estatizando as instalações da Petrobras em seu País poderá ter outros desdobramentos na Venezuela, Argentina, Uruguai e Paraguai onde empresas brasileiras mantêm altos investimentos em diversas áreas produtivas. O açodamento em várias frentes para conquistar postos nos órgãos internacionais, principalmente junto ao Conselho de Segurança da ONU, OMT, OEA, BID e BIRD, colocaram o Brasil numa posição de desconfiança e portas fechadas no cenário mundial, apesar das ajudas financeiras aos países pobres. Rússia, Índia e China - que compunham com o Brasil o BRIC - foram os primeiros a estranharem, barrando as pretensões comerciais de nossas empresas. A indefinição quanto à renovação dos equipamentos da FAB provocou forte reação dentro dos estados Unidos, Canadá, Suécia, França e Rússia. O Chile, por sua vez, afastou-se cada vez mais do Mercosul e fechou todos os acordos com a ALCA e Europa, ampliando sua balança de exportação e importando a preços baixos. A indústria automobilística brasileira vive a expectativa de perder seu principal parceiro, a Argentina, ao não concluir até hoje o acordo entre os dois países e até o México exigiu ampliar a reciprocidade, enviando para cá novos modelos.
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Mapa dos projetos e a malha de gasodutos
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Apagão no gás em 2008
Ninguém confia no
governo da Bolívia |
É ponto principal nas discussões: se o governo não cuidar do problema da maneira correta, o País corre o perigo de sofrer apagão energético em 2008, pois 51% do gás que consome vêm da Bolívia. São Paulo recebe 75% de seu consumo; Rio Grande do Sul, 70%; Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina chegam aos 100%. Havendo corte no abastecimento, o que não é improvável, além do usado nos veículos, também a indústria terá prejuízos, principalmente os setores de vidro, cerâmica, bebidas e alimentos. Desde 1996 a Petrobras investiu na Bolívia US$ 1,5 bilhão, mais US$ 2,0 bilhões na infra-estrutura necessária para trazer o gás boliviano até aos consumidores brasileiros.
Atualmente opera 46% das reservas de gás natural e produz toda a gasolina e óleo diesel consumido pelos bolivianos, sendo responsável por 20% dos investimentos diretos no País e por 18% do PIB boliviano. Com a nova legislação, o governo boliviano passa a deter 82% das receitas de todos os empreendimentos no país e as empresas operadoras ficam com 18%. No Seminário A Importância da Regulação no Desenvolvimento da Indústria do Gás Natural, realizado em Maceió, foi sugerida a aprovação imediata pelo Congresso da Lei do Gás, que disciplina os aspectos essenciais para investimentos em transporte e distribuição. Dentre os 3 projetos existentes a ABAR e ABEGÁS entendem que, pela forma democrática como foi construído, o PLS 226/05, proposto pelo senador Rodolfo Tourinho, reune as melhores condições para atender aos interesses da sociedade brasileira. Nele estão previstos o livre acesso, concessões para todos os empreendimentos de transporte, respeito às atribuições constitucionalmente asseguradas aos Estados e busca o fortalecimento institucional das agências reguladoras.
Os presidentes das entidades, Álvaro Machado e Romero Oliveira escreveram juntos à "Carta de Maceió", apoiando o projeto. |
Carrier
Climatização da Plataforma PRA-1 |
Líder mundial em ar condicionado, a empresa do grupo americano UTC, investe num novo segmento em climatização pela primeira vez no Brasil: a Plataforma de Rebombeamento Autônomo, da Petrobras, em construção no estaleiro da Odebrecht Engenharia, em Maragogipe. Desenvolvido especialmente para o conforto da plataforma, sem nenhuma ligação com a produção de petróleo representa um investimento de R$ 5 milhões em equipamentos (resfriadores de líquidos e unidades condicionadoras air handling), todos feitos sob encomenda. Os equipamentos foram projetados para suportar ambientes agressivos, com excesso de salinidade e para proteger contra explosões, explica Luiz Cabral, diretor comercial da Carrier. |