fale conosco | expediente | como anunciar | anunciantes do mês | edições anteriores


 
Home | Política | Telecomunicações & Informática | Finanças | Geraldo Vilalva Informa | Turismo | Aviação
Empreendedores | Momentos | Transportes e Energia | Indústrias | Saúde | Veículos
  Salvador - Bahia - Brasil - Junho de 2004 - ANO IX - Nº. 93
 
Sérgio Habib
Inspeção veicular da frota nacional poderá aumentar a corrupção
 

Facilitando

Meio milhão de caminhoneiros está recebendo, gratuitamente, um cartão que agrega as funções de vale-frete, vale-pedágio, cartão de crédito, cartão de identificação do caminhoneiro e controle do ciclo logístico por meio do Infolog Web. Waldir Fernandes, diretor de Negócios da Pamcary, diz que são parceiros da empresa o Banco Simples (integrante do Sistema Financeiro Rural), Petrobras (BR Distribuidora) e Visa do Brasil, atuando num mercado de R$ 21 bilhões/ano.


Negócio da China

Cópias piratas do Taurus (Ford), Chevy e Spark (Chevrolet) e outros da Toyota e Nissan estão inundando o mercado chinês. Recebendo nomes diferentes, são vendidos a preços abaixo das tabelas oficiais. Também peças de reposição (faróis, pára-brisas, pastilhas de freios, correias de ventilador, velas de ignição, entre muitas outras) circulam no mercado com embalagens e logotipos semelhantes aos oficiais. O prejuízo contabilizado pela Ford chega a mais de US$ 2 bilhões anuais.


Baiano bom

Mais uma vez o EcoSport fabricado em Camaçari coloca a Ford brasileira em boa posição de vendas (líder em junho) com 28% de market share no segmento de comerciais leves. Desbancou a Fiat, GM e Volkswagen. A Anfavea estima que este ano sejam comercializadas 1.540 mil unidades (8% a mais que em 2003), porém longe das tão sonhadas 2 milhões.


Mui amigos

Vão num crescendo bem íntimo as relações entre o Grupo Coelho (Sanave e Grande Bahia) com a Honda do Brasil (automóveis).

Não se poderá reduzir a ociosidade das montadoras que estão implantadas no Brasil, adotando-se medidas teóricas, factíveis de se tornarem inócuas, à exemplo da renovação da frota e a inspeção veicular. A primeira delas bate de frente com interesses políticos, uma vez que, se adotada por um país pobre, deixará milhões de pessoas sem seu meio particular de condução e a segunda oscilará entre a condição de consertar o carro ou ampliar a corrupção, pagando para receber o atestado liberatório.

São considerações do empresário Sérgio Habib, presidente da Citroen do Brasil, que detém forte posição de liderança no setor automotivo nacional, dono e defensor de posições que conflitam com atitudes anunciadas dentro do seu segmento, contra as quais se coloca com certo ceticismo diante das suas improbabilidades. Cita a necessidade do alinhamento de 27 Detrans no Brasil e o cadastramento de centenas de desmanches, destinos dos veículos considerados inservíveis.

 

Sérgio Habib, presidente da Citroen
 
Observa que a retirada de veículos fabricados antes de 1980 - hoje estimados em mais de 5 milhões - colocará em dificuldades cerca de 20 milhões de pessoas, por ele considerados potenciais eleitores num ano em que a política apresenta-se como vetor de decisões. Sugere como proposta de ampliar as vendas no mercado nacional e o conseqüente crescimento de 20% da produção, melhorar o sistema do crédito, com financiamentos mais amplos e prazos longos, no mínimo de quatro anos. Acredita que isto só se conseguirá não só obtendo a parceria do setor financeiro como também o país experimentando a certeza de mais empregos e a própria estabilidade econômica.

Elegância e sedução - Hermés, Dolce & Gabana, agora o brasileiro Ocimar Versolato, que elegeu estes dois conceitos, usados pela Citroën, unindo o bom gosto de um dos mais renomados estilistas de moda para lançar a versão C3 Ocimar Versolato, associando o compacto premium a uma das grifes de maior prestígio no país. É a primeira vez que um estilista consagrado empresta sua assinatura para um carro nacional. A base para esta versão foi o C3 1.6 16V Exclusive, equipado de série com direção elétrica, duplo air bag, ar condicionado, rádio CD com comando no volante, freios com ABS + EBD + AFU, detector de obstáculos traseiros, rodas em liga leve, entre outros. A produção inicial prevista é de 150 unidades por mês.

Apresentado em duas únicas cores, preto e prata, destaca-se pelo painel monocromático preto (nas demais versões, moldado em duas tonalidades) e pelo revestimento interno na mesma cor, com detalhes, como as maçanetas, os puxadores e as saídas de ar, em prata. Os bancos de couro são assinados, disqueteira para cinco CD's integrada ao conjunto de som, tapetes personalizados, soleiras nas portas e ponteira do escapamento cromada. Discretos adesivos com a marca Ocimar Versolato, aplicados na parte externa da coluna C, na tampa do porta-malas e na disqueteira, diferenciam a versão das demais. Um chaveiro e uma Bolsa Weekend C3 OV, exclusivamente confeccionados pelo estilista, também acompanham o carro.

Nívea Morato, diretora de Marketing da Citroën do Brasil, revela que a maioria dos compradores de C3 (fabricado no Centro de Produção de Porto Real (RJ), já vendeu mais de 8.500 unidades no mercado brasileiro, sendo também exportado para a Argentina e Uruguai), ouvidos na pesquisa que definiu a versão OV, considerou muito interessante e positiva a iniciativa de entregar a um estilista a decoração do modelo, cujas características são a modernidade e as linhas arrojadas, qualidades que o colocam à frente dos concorrentes.
 
 
Luciano Carvalho (Diretor de Vendas) e Rogério Franco (Gerente de Relações Públicas e Imprensa da Citroen)
 

Ari Gomes (Gerente Comercial) e Adriano Pagy (Diretor da Concessionária Toulouse/Salvador)
 
   
     
Ramos Transportes
Nordeste é o principal foco de crescimento da empresa no Brasil

Mais próxima dos mercados europeu e norte-americano, contando com extenso potencial mercadológico além de infra-estrutura invejável para a implementação dos mais diversos tipos de negócios na área de transporte rodoviário de cargas, o nordeste está recebendo grande impulso na estratégia de crescimento da Ramos. Das 49 filiais em todo o Brasil, mantém na região, 19 unidades e 3 postos avançados, localizados na Bahia (8), Sergipe (1), Alagoas (1), Pernambuco (4), Paraíba (2), Rio Grande do Norte (1), Ceará (2), Piauí (1) e Maranhão (2).

Com toda esta capilaridade, a empresa investe cada vez mais na reestruturação de seus terminais para atender todos os tipos de processos e demandas, afirma Aguinaldo Claret, diretor comercial (Norte e Nordeste). Todos os prédios são projetados de maneira a permitir segurança e rapidez para o desenvolvimento das operações que envolvem todo o processo, isto é, fazer com que os produtos que passam por suas instalações cheguem perfeitos e no prazo ao seu destino final. As estruturas possuem docas bem dimensionadas, pátios amplos que facilitam o tráfego dos veículos, empilhadeiras elétricas, entre outros itens.


fale conosco | expediente | como anunciar | anunciantes do mês | edições anteriores
Jornal Bahia Negócios - Todos os direitos reservados®2002  |  Desenvolvimento: Traço Design