US$
2,2 bilhões
Empresas
e governo da Bahia entram na disputa para construir navios |
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Sadia, 60 anos
Fundada em Concórdia, oeste catarinense, por Attilio
Fontana e 26 acionistas, reúne 36 mil empregados, exporta
para 92 países, está entre as 12 maiores exportadoras
brasileiras, 13 unidades produtoras e filias de vendas em
14 estados brasileiros. Conta com representação
comercial em dez países: Alemanha, Argentina, Chile,
China, Emirados Árabes, Inglaterra, Itália,
Rússia, Turquia e Uruguai. Em 2003 faturou R$ 5,9 bilhões,
exportou R$ 2,66 bilhões e teve um lucro de R$ 446,8
milhões. |
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Giraffas
Depois de abrir 152 pontos-de-venda em oito estados e Distrito
Federal, a empresa inaugura a primeira franquia em Salvador
(Shopping Iguatemi), gerando 20 empregos diretos. A previsão
é abrir mais 23 lojas até o final do ano em
todo País e faturar R$ 142 milhões. |
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Insinuante
A rede varejista baiana é a única fora do
eixo Rio-São Paulo a figurar entre os 30 maiores anunciantes
do país. Crescendo 118% no valor investido em mídia
no ano passado em relação a 2002, saltou da
37ª posição do ranking para a 21ª,
ao investir R$ 60,5 milhões em mídia. A Casas
Bahia atingiu R$ 378 milhões (178% a mais do que no
ano anterior) e é a líder no setor. |
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A
Maison Fórmula
A empresa abre um espaço múltiplo em saúde
e beleza, inspirada na maior rede de produtos cosmecêuticos
da França – a Sephora – a empresa abre
um espaço múltiplo em saúde e beleza
na Avenida Manoel Dias da Silva, onde não só
comercializará medicamentos, como também fará
serviços estéticos, relaxantes e de lazer, a
nova loja da A Fórmula apresenta um conceito de farmácia
inédito no Brasil. O investimento é de R$280
mil, ocupando uma área de 300m² . |
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Ampliando
sua estratégia para disputar mais oito concorrências
que a estatal de petróleo abrirá ainda este ano
para a construção de plataformas, empresas baianas
estão aliadas ao governo do estado e municípios
do Recôncavo, de olho na encomenda de 53 navios ( 42 petroleiros,
10 embarcações de apoio e 1 FPSO) que a Petrobras
fará até 2015. Os investimentos previstos totalizarão
US$ 2,2 bilhões.
O BNDES já garantiu recursos de US$ 3,02 bilhões
para financiar os estaleiros brasileiros, já contratou
US$ 1,9 bilhão, liberará este ano US$ 120 milhões,
e o restante até 2006. Alegando que precisa ter agilidade
nas encomendas de seus equipamentos, a Petrobras utiliza o modelo
de licitações através de cartas-convite,
não seguindo a tradicional Lei 8.666, que rege as concorrências
de empresas públicas e elege sempre o menor preço.
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Parceiros:
Paulo Souto e Lula, no Planalto |
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Conforme tem noticiado
o Jornal Bahia Negócios, o governador Paulo Souto criou uma
equipe especial integrada por secretários de estado, dirigentes
de empresas públicas e consultores altamente especializados
em construção naval específica para o segmento
petrolífero a fim de acompanhar todo este processo. A primeira
vitória ocorreu com a conquista da plataforma de rebombeio
PRA-1 (escoará o petróleo e gás natural de seis
plataformas localizadas na bacia de Campos/RJ), que será feita
pelo consórcio Odebrecht/Ultratec.
Ao preço de US$ 1, 3 bilhão, com 70% de nacionalização,
empregará 2.500 trabalhadores nos estaleiros de São
Roque do Paraguaçu, no Recôncavo baiano. Este contrata
ainda gera polêmica criada pela governadora carioca, Rosinha
Matheus, ao acusar a Petrobras de ter beneficiado o ganhador. O fato
foi levado ao TCU e ao Congresso pelos dirigentes da empresa, mas
ainda esperam-se desdobramentos da questão com possíveis
taxações quando a plataforma ingressar em águas
fluminenses. |
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| Projeto
da nova Refinaria só em 2010 |
Diversificando
a sua matriz energética, a Petrobras resolveu investir
US$ 5 bilhões nas áreas de gás natural,
energia renovável e petroquímica até
o fim desta década, colocando em segundo plano da bancar
sozinha a construção de mais uma refinaria no
Brasil. Este projeto, no entanto, poderá deslanchar
com a participação da iniciativa privada, uma
vez que a estatal manteve em seu orçamento uma reserva
de US$ 1 bilhão para este fim. Onze estados estão
disputando a sua localização e o governo federal,
minimizando a luta, chegou a sinalizar a obra de duas refinarias,
porém reduziu o perfil no consumo de petróleo
de 2,2 para 2 milhões de barris diários, privilegiando
o consumo do gás.
O Plano Estratégico da Petrobras até 2010 prevê
investimentos da ordem de US$ 53,6 bilhões, dos quais
US$ 32,1 bilhões na exploração e produção;
US$ 11,2 bilhões no refino, transporte e comercialização;
US$ 6,1 bilhões em gás e energia, US$ 1,7 bilhão
na distribuição; US$1,4 bilhão no segmento
corporativo e US$ 1,1 bilhão na petroquímica.
Desse total geral, US$ 53,6 bilhões sairão do
próprio caixa da companhia. |
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Hidrelétrica
Odebrecht
construirá no São Francisco |
A CHESF - Companhia
Hidrelétrica do São Francisco, iniciou estudos
preliminares para retomar projetos para a construção
de mais 8 usinas hidrelétricas em todo a extensão
do rio, ampliando a sua potência em mais 1.440 milhão
de MW, estimando investimentos em torno de US$ 1, 9 bilhão.
Estão sendo parceiras da companhia as empresas Norberto
Odebrecht (Pão de Açúcar, no Baixo São
Francisco e que custará US$ 323,9 milhões), Desenvix
(Pedra Branca e Riacho Seco, no Sub-Médio São
Francisco - US$ 552,7 milhões), Queiroz Galvão
e CNEC (Ribeiro Gonçalves, Uruçui, Cachoeira,
Estreito e Castelhano, no Alto e Médio Parnaíba
- US$ 874,7 milhões).
Os estudos deverão ficar concluídos num prazo
médio de 16 meses, após a aprovação
do inventário pela ANEEL, sendo levantadas informações
detalhadas sobre potenciais energéticos e de mercado,
aspectos geológicos de cada local selecionado, condições
de integração e de conexão á rede,
aspectos ambientais e a situação das comunidades
que estão localizadas nas áreas possíveis
de serem inundadas (só na bacia do Rio Parnaíba).O
sistema de construção proposto pela CHESF é
através das sociedades de propósito específico
(SPEs), nas quais as estatais têm participação
minoritária. |
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Conta
de luz
Carga
tributária de 32% penaliza |
Apesar de ser
um serviço público essencial, o setor de distribuição
de energia elétrica é um dos mais tributados e
a participação dos encargos e dos impostos sobre
a tarifa de energia elétrica vem aumentando sensivelmente.
Sem considerar a alteração das alíquotas
do PIS/ COFINS, cerca de 32% da conta de luz destinam-se ao
pagamento de encargos setoriais e tributos. O consumidor residencial
e os pequenos industriais e comerciais são os mais penalizados.
A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia
Elétrica (ABRADEE), estima que, com as mudanças
na base de cálculo e nas alíquotas, os consumidores
de energia elétrica estão arcando com um incremento
de aproximadamente R$ 2,7 bilhões na arrecadação
do Governo, o que corresponde a 65% a mais da tributação
atual do setor de distribuição de energia elétrica.
Entende que as distribuidoras, prestadoras de serviço
público de energia elétrica, deveriam receber
o mesmo tratamento que os setores já excetuados das novas
regras do PIS/COFINS, tais como: telecomunicações;
transportes coletivos; comunicações; serviços
médicos, hospitalares e odontológico; ensino infantil,
fundamental, médio e superior; empresas de call center;
empreitada de obras de construção civil; parques
temáticos, hotelaria e feiras; entre outros. |
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