Bahia
Sul Celulose Incorporação
da Suzano, otimizará investimentos, produtividade e competitividade |
Fundada
em 1924, primeira empresa a produzir a celulose de eucalipto
em larga escala, no mundo, desde 1950, a Companhia Suzano de
Papel e Celulose consolidou o processo de fusão - após
unificar a sua gestão nestas áreas com a Bahia
Sul (criada em 1992), em busca de mais eficiência, economias
de escalas e sinergia dentro do segmento - ao ser por esta absorvida.
O presidente Lula foi comunicado oficialmente pelo presidente
do Conselho de Administração, David Feffer, durante
uma audiência em Brasília, no dia 30 de junho.
A Suzano Bahia Sul Papel e Celulose S.A. agora é um dos
maiores produtores verticalmente integrados de papel e celulose
de eucalipto da América Latina Juntas – depois
da Aracruz/Veracel – devendo gerar um faturamento anual
de R$ 1,8 bilhão, ativos superiores a R$ 6,5 bilhões.
Produzirá 1,1 mil toneladas de celulose total e de 820
mil toneladas de papel. (celulose de eucalipto, papel para imprimir
e escrever não revestido, papel para imprimir e escrever
revestido, e papel cartão). Emprega em suas unidades
produtivas cerca de 7.500 pessoas (das quais 4 mil diretamente)
e ampliará a capacidade florestal para 190 mil hectares,
podendo obter 11 toneladas por hectare plantado. |
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David Feffer, Presidente do Conselho de Administração
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Boris Tabacof, presidente do Conselho Deliberativo |
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| O capital foi aumentado
para R$ 1.477.963.325,62. A política de vendas está
direcionada para o mercado interno (Bahia Sul, 20% e Suzano, 80%)
e o resto exportado para o mundo inteiro, disputando com os maiores
fornecedores a preços competitivos, graças aos custos
na produção da matéria-prima, menor período
na colheita do eucalipto e na capacidade de gestão.
Razões - Em nota oficial, as empresas comunicam que as principais
razões, objetivos e benefícios decorrentes da incorporação
são: simplificação da estrutura societária
das companhias por meio de um veículo único com presença
no mercado de capitais. Isto favorecerá a dispersão
mais acentuada das ações em circulação
no mercado (free float), com ganhos de liquidez, transparência,
agilidade e maior facilidade de compreensão da estrutura
corporativa em operações de captações
de recursos. Adicionalmente propiciará a concentração
dos investidores em ações de uma única companhia,
com maior flexibilidade de acesso ao mercado de capitais e convergência
dos interesses de todos os acionistas para uma única sociedade.
Maior foco operacional e financeiro, viabilizando a unificação
da estrutura de capital e redução de custos por meio
do aproveitamento de sinergias ainda não capturadas no bojo
do processo de gestão unificada; Otimização
dos investimentos, com maior robustez financeira, com aumento da
capacidade de investimento e de captação de recursos;
maior eficiência da estrutura corporativa, com redução
de custos administrativos; e ganhos de produtividade e competitividade,
alternativa que preserva e agrega valor para o universo de seus
respectivos acionistas. |
Veracel/PNUD
Análise do impacto sócio-econômico da fábrica. |
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
e a Veracel Celulose, promoverão análise do
impacto social e econômico do empreendimento na região
onde a empresa exerce suas atividades, com o objetivo de dar
subsídios para a elaboração de um plano
de desenvolvimento local, a ser executado pelo órgão
e financiado pela empresa.
Os municípios de Belmonte, Canavieiras, Eunápolis,
Guaratinga, Itabela, Itagimirim, Itapebi, Porto Seguro e Santa
Cruz Cabrália terão identificados os seus principais
problemas de acordo com levantamentos de dados demográficos
e sócio-econômicos das comunidades no entorno
do empreendimento, levando-se em conta o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH), a receita arrecadada com impostos,
e a própria presença da Veracel na região.
O PNUD fará avaliações técnicas
e institucionais dos municípios influenciados pela
empresa, contemplando os cidadãos, as agências
governamentais, as instituições da sociedade
civil organizada, as ONGs, a Veracel, seus fornecedores e
clientes, e os acionistas da empresa.
Para garantir qualidade no monitoramento e na avaliação
das atividades do projeto, será criado um comitê
com representantes de ambas as partes, avaliando o progresso
do programa, a eficácia da metodologia adotada e os
resultados obtidos. |
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Victor Costa, presidente da Veracel |
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