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| Salvador - Bahia - Brasil - Fundado em 12 de Agosto de 1995 ANO XII - Nº. 127 - Junho de 2007 |
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WT & TC. |
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Os primeiros gritos de alerta vieram do continente africano, leste europeu, Ásia, Austrália e Brasil (estreando no encontro) preocupados com o contingente de visitantes que estão provocando desequilíbrio em regiões que devem ser preservadas. O número deixa de ser importante para ceder à qualidade, foi a tônica dos debates, aprovado por todos. Sustentabilidade, o tema sugerido, continuando as provocações surgidas desde o último Summit realizado em Washington, no ano passado e deverá continuar com maior força no próximo, marcado para acontecer em Dubai, exemplo apontado como desafiador diante das inúmeras construções em cima do mar. Encontrar o equilíbrio econômico e social, manter as prioridades e excentricidades de cada país, acomodar os impactos ambientais e responsabilizar investidores e governos foram temas centrais enxergados, ainda há tempo, pelo WTTC, alerta Jean-Claude Baumgarten, presidente-executivo da entidade. Olhar para o futuro, analisar as experiências, traçar um mix de negócios assimiladores de infra-estruturas confiáveis, aplicação de materiais de fontes renováveis, difundir as culturas locais e o aproveitamento de sua mão-de-obra são pontos essenciais desta nova orientação dos líderes mundiais diante das necessidades dos mais importantes centros acolhedores do turismo. Como não agredir as savanas africanas, os relicários que o mar esconde em Fernando Noronha, os templos da Índia e os tesouros da China? E a preservação da história européia, o santuário de Machu Pichu e as pirâmides do Egito? E, principalmente, quais as formas para incutir nos empresários e governantes, que já não vale contar o número de visitantes e, sim, qualificá-los, sem perder as vistas sobre o retorno dos investimentos? São propostas bem colocadas cujas respostas, além de tudo, estão a merecer profundos estudos e muitas reflexões. Ainda há tempo, adverte Nahas Angula, Primeiro Ministro da Namíbia. |
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