Repsol prioriza investimentos no Brasil, Argentina e Bolívia
O objetivo é crescer sem afetar a
rentabilidade, mas
reduzindo os gastos. |
Madri - A América Latina é o mercado selecionado pela Repsol YPF para investir nos próximos anos nas áreas de exploração, pesquisa, e produção de hidrocarbonetos, como também em refinação. A empresa continuará seu crescimento na refinação e distribuição, exploração de petróleo e gás, e na expansão dos negócios no segmento do gás natural liquefeito. Os planos foram anunciados durante a realização da assembléia nesta cidade que reuniu 74,4% dos seus acionistas, oportunidade em que foi comunicado o incremento nos ativos e redução de custos até 2009, o que já aconteceu nos últimos dois anos, sendo baixados em 470 milhões de euros, durante a presidência de António Brufau.
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António Brufau |
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A Repsol YPF é uma petroleira com atuação em mais de 30 países e liderança na Espanha e Argentina, sendo a maior companhia privada energética em ativos da América Latina e uma das dez maiores empresas de petróleo privadas do mundo, faturando cerca de US$ 50 bilhões anualmente.
No Brasil desde 1997, é a única petroleira privada integrada em petróleo e gás, desde a exploração e produção até o refino, distribuição e comercialização de derivados de petróleo (GLP, Gás Natural e produtos químicos). Pioneira no País no processo de abertura do setor energético (licitações de exploração e produção de petróleo), e ao investir no refino nacional, tendo importado gás natural da Bolívia e Argentina para as Usinas Termoelétricas de Uruguaiana e Cuiabá.
Está presente em 25 blocos de exploração localizados nas Bacias de Santos, Campos e do Espírito Santo, dos quais opera 11. Detém 30% da Refinaria Alberto Pasqualini (RS) e possui 30% de participação na refinaria de Manguinhos (RJ). Também atua nos mercados de revenda e consumo, com produtos e serviços para postos e clientes finais nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.
Seus óleos lubrificantes fabricados nas plantas industriais da Espanha e da Argentina atendem 97% do território nacional com contratos de exclusividade junto à Scania Latin America, International Motores e Volkswagen do Brasil. É a concessionária de distribuição de gás canalizado no Rio de Janeiro e sul de São Paulo, com mais de 650.000 clientes.
Organização - Para melhor executar grandes projetos de crescimento hoje impulsionado e potencializar outros novos, a companhia criou nova estrutura presidida por António Brufau com uma Diretoria Geral de Operações (Miguel Martínez) à qual se reportarão 4 Direções Gerais de Negócios: Exploração e Produção (Nemesio Fernández-Cuesta), Refino, Marketing, GLP e Química (Pedro Fernández Frial), Exploração, Produção, Refino, Marketing e Química de Argentina (Anttonio Gomis Saez), Gás Natural Liquefeito (Enrique Locutura) e Imprensa (Cristina Sanz). |
Rodovias
Bahia terá R$ 400 milhões aplicados em PPS. |
Em agosto serão divulgados os projetos, estudos econômicos e contagens de tráfego para a duplicação e recuperação definitiva de três rodovias baianas: BA-093, com 45 Km (ligando a BR-324 a Pojuca); BA-526, entre o Centro Industrial de Aratu e o Aeroporto de Salvador em conjunto com a BA-535, conhecida como Via Parafuso numa extensão de 35,2 Km, e BA-415 (Itabuna/Ilhéus) com 33 Km.
O trecho inicial orçado em R$ 135 milhões será modelado como a primeira das três Parcerias Público-Privadas rodoviárias do Estado, tem um fluxo médio diário de 20.000 veículos, que beneficiará os municípios de Pojuca, Mata de São João, Dias D'Ávila, Camaçari e Simões Filho.
Na primeira rodovia o investimento é de R$ 135 milhões, mais R$ 105 milhões na segunda e R$ 100 milhões na terceira que contabiliza um movimento diário de 15.000 veículos entre Itabuna e Ilhéus. |
Celulose
Bahia Pulp produzirá 365.000 toneladas ano. |
| Única fábrica no Brasil de celulose solúvel com branqueamento totalmente livre de cloro, controlada pelo grupo asiático Sateri International, sairá das atuais 115.000 ton/ano após as obras de ampliação da fábrica localizada no Pólo Petroquímico de Camaçari.
Do produzido, 95% serão exportados, permitindo alcançar a segunda posição no mercado dos fabricantes de celulose solúvel utilizando a madeira de eucalipto. Em 2007 a área florestal será ampliada em mais 22.000 hectares.
Informa o Polonotícias que a Bahia Pulp a partir de setembro fornecerá um produto com nível de pureza mais elevado e maior valor agregado a ser utilizado na fabricação de pneus de avião, filtro de cigarros e espessamente de sorvetes. Produz também a Solucel® que se aplica em filamentos para carros e aeronaves, têxteis, alimentos, produtos farmacêuticos e químicos, cosméticos e acetatos. |
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| Cimatec 2 |
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Jorge Lins Freire, presidente da FIEB aguarda resposta do presidente Lula para inaugurar em Salvador a 2ª etapa do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia, com 11.500 m², 23 laboratórios e 23 salas de aulas.
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Agrishow
Durante a feira de agronegócios na cidade de Luís Eduardo Magalhães duas empresas manifestaram a intenção de se instalarem na região. O grupo americano Global Ag investirá US$50 milhões para produzir biodiesel de soja, algodão e girassol, enquanto que o alagoano Coringa aproveitará o milho na fabricação de massa para cuscuz e milho de pipoca. Os 200 hectares da Fazenda Agrishow receberam a visita de 26.150 pessoas, vindas de diversas partes do Brasil e do mundo. |
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Friboi: US$ 1,4 bilhão
Com a compra da norte americana Swift Foods & Company, a empresa brasileira tornou-se a maior do setor de carne bovina e suína do mundo. Já era a primeira em faturamento no ranking de exportação de carne bovina industrializada. Assumiu a dívida da Swift e pagou US$ 400 milhões cash. Será detentora da marca mundial Swift de alimentos, ativa nos mercados do Brasil, Argentina e Estados Unidos, que juntos consomem 45% de toda a carne produzida no mundo. |
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Braskem
Confirmados investimentos de R$ 1,2 bilhão este ano, dos quais R$ 500 milhões direcionados a projetos de expansão e atualização das plantas nas unidades da Bahia e Alagoas. O restante será aplicado na compra dos ativos da Ipiranga. |
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Gás natural
Qatar, Nigéria, Austrália, Egito, Irã, Rússia e Iêmen são os maiores exportadores do GNL do mundo. E os maiores importadores são os Estados Unidos, Espanha, Reino Unido, Itália, Índia, China e Portugal. |
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