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Empresas terão contas em moeda estrangeira
Haverá restrições às entradas e saídas de dinheiro levado por pessoas físicas. |
Enquanto o Banco Central anuncia mudanças na política cambial, o Senado analisa lei complementar que permite às empresas exportadoras e importadoras pagar e receber com moedas estrangeiras no Brasil, sem a obrigação de vendê-las no exterior. Para isto deverão abrir uma conta em banco autorizado pelo BC. O projeto Nº 323/06, apresentado pelos senadores Renan Calheiros e Fernando Bezerra, com base em proposta da FIESP, estabelece a compensação cambial, permitindo que o exportador possa usar dólares ou euros para pagar suas importações, sem necessidade de trocá-los, operação na qual perdem 4% do valor da venda. Sem risco de dolarização, pois as empresas não sacarão o dinheiro depositado, que ficará na conta. Se ocorrer uma crise cambial, o Governo não poderá, em hipótese alguma, usar tais depósitos, que ficarão blindados. |
Desenbahia vende Carteira
Banco do Brasil compra
operações de microcrédito. |
Assinado convênio entre o Banco do Brasil e a Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), permitindo a venda da carteira de microcédito da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), que atende 112 municípios do Estado. Os recursos reforçarão o Caixa para aplicar em novas linhas direcionadas aos micro e pequenos empresários. A iniciativa marca o início da gestão de Vladson Menezes na presidência da ABDE onde pretende ampliar a presença das instituições financeiras do País no Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO).
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Antonio Carraro, diretor-executivo da ABDE e Vladson Menezes, também presidente da Desenbahia. |
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Credicard Citi
Negócios duplicados até 2010 |
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Com uma base de 4,4 milhões de cartões de crédito no Brasil, a companhia que nasceu após a cisão da Credicard entre Citibank e Itaú está entre as três primeiras empresas privadas emissoras de cartão de crédito em volume de transações: 10% do faturamento do mercado (R$ 12,4 bilhões em março). Para desenvolver produtos cada vez mais alinhados aos diferentes clientes, agregará ao sintema a plataforma tecnológica adotada pelo Citibank há 35 anos, a ECS (Enhanced Card System), permitindo lançar novos produtos ainda este ano. Manteve o mesmo número de funcionários (470). |
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| Gustavo Marin (CEO/Citigroup Brasil) e Hector Nevarez (Credicard Citi) |
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Para trás
O Banco do Nordeste cancelou o sonho de abrir um escritório em Portugal, anunciado há 3 anos. Brecado pelo Ministério da Fazenda, com anuência do Banco Central. |
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Salve-se quem puder
Eduardo Bom Ângelo, presidente da BrasilPrev, prevê guerra violenta este ano entre as empresas de previdência privada. Afirma que elas nunca foram boas prestadoras de serviços, e após um 2005 conturbado não haverá ética na disputa de um cliente. No setor, quem vende não sabe o que vende e quem compra não sabe o que comprou, garante. |
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Gude preso
Acabou a festa: não valem as multas aplicadas aos bancos que mantém os clientes mais de 15 minutos nas filas dos caixas. Também estão desobrigados de instalar guarda-volumes nas agências. Decisão da Justiça Federal. |
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Cortando Debandada no BankBoston: o Itaú assumiu todas as carteiras do middle market, asset management e câmbio, com a conseqüente dispensa do pessoal. Novas medidas estão sendo aguardadas. |
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Terco no MBA da FTE
A empresa de auditoria e consultoria Terco Grant Thornton é parceira na área tributária da Faculdade de Tecnologia Empresarial de Salvador, no curso de MBA em Gestão e Planejamento Tributário, informa Paulo Berenguer, sócio responsável pela unidade da TGT/Salvador. |
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