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Toyota
Brasil
disputa a instalação de uma nova fábrica que
custará US$ 500 milhões |
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Serviço ruim
Maior companhia de entrega de documentos e cargas do mundo,
a United Parcel Service (UPS), faturando US$ 30 bilhões
anualmente, ainda não conseguiu engrenar no Brasil.
Uma encomenda colocada em Los Angeles (USA) chega ao nosso
País rapidamente, mas por aqui demora mais de dez dias
para chegar ao remetente. |
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Ford
A operação automotiva da Ford América
do Sul lucrou US$ 22 milhões no segundo trimestre de
2004, crescendo US$ 91 milhões em relação
ao mesmo período de 2003, como resultado do crescimento
de vendas e do incremento de preços que recuperaram
parcialmente os aumentos de custos dos materiais. Excluindo
as exportações, o faturamento saltou de 435
milhões de dólares entre abril e junho de 2003,
para 665 milhões de dólares no mesmo período
de 2004. |
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Táxis
Tendo o Chevrolet Corsa 1.0 Classic Sedã Álcool
campeão nas vendas para taxistas, com 48,6% no acumulado
do semestre, a GM do Brasil continua liderando o mercado nacional
do segmento, reforçando a posição com
os modelos de motorização Flexpower (em segundo
lugar) também isentos de IPI. Os Chevrolet Astra e
Meriva Flexpower, subiram para a 5ª e 7ª colocações).
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Produtos
químicos
A partir de 1º de agosto todo caminhão que conduzir
produtos químicos e cargas classificadas como perigosas
terão os veículos identificados, documentação
necessária para o transporte, kits de emergência,
rotulagem dos produtos, gestão ambiental, aspectos
legais e institucionais. Para o seu descumprimento a pena
é a detenção do veículo.
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TNT
Express
Paulo Nogueirão, gerente de vendas da empresa, anuncia
a criação no Brasil do International Next Day
Express, que agiliza a remessa de documentos para o exterior. |
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Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro,
São Paulo e Bahia estão na lista dos pretendentes
brasileiros à localização de uma nova
unidade da montadora japonesa que deseja produzir veículos
compactos. A Toyota sinaliza a implantação do
complexo industrial em um país de economia emergente
e o Brasil surge com amplas possibilidades, tendo em vista
as peculiaridades de situação, o que facilita
a logística de comercialização.
Os investimentos destinados ao novo empreendimento são
de meio bilhão de dólares, mas, para ser concretizado
no Brasil, deve existir forte competitividade junto aos outros
países que estão fechando negociações,
dentro do contexto da Alca, União Européia e
do próprio Mercosul. Tanto a planta de São Bernardo
do Campo como a de Indaituba já não oferecem
condições técnicas para receber uma nova
plataforma. |
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Hiroyuki Okabe, presidente da Toyota |
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Considerado
estratégico para ampliar o market share da montadora japonesa
no Brasil até o patamar de 10%, a nova fábrica poderá
utilizar o conjunto de plataformas da Daiatusu – especializada
em carros pequenos e recentemente adquirida pela Toyota – ou
desenvolver parceria com a PSA Citreon/Peugeot de um modelo compacto
idêntico ao produzido na República Tcheca.
A montadora anuncia também para 2005 o lançamento no
mercado nacional da sua picape, ainda denominada Innovative Multipurpose
Vehicle (IMV), fabricada na localidade de Zárate (Argentina)
e que poderá utilizar o combustível múltiplo.
A Toyota está trabalhando no Brasil com 95% de ocupação
da sua capacidade operacional. |
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ChevyStar
Equipamento
para inibir furto e roubos |
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A General
Motors do Brasil oferece pela primeira vez na linha Chevrolet um
sistema de rastreamento – o ChevyStar – utilizado com
as linhas S10 e Blazer. Permite a localização do veículo
em caso de furto ou roubo por meio de um sistema de rádio-freqüência,
tecnologia exclusiva que opera livre de interferência ou área
de sombra, permitindo localizar o veículo mesmo em ambiente
fechado e subsolos.
Em caso de roubo ou furto, basta o cliente acionar a central de
atendimento Chevrolet comunicando a ocorrência e o sistema
será ativado, passando a emitir um sinal silencioso e criptografado
que permite a identificação do veículo. Imediatamente
uma equipe, que conta com suporte móvel terrestre e aéreo,
localizará e recuperará o carro com o apoio das autoridades,
no menor tempo possível. |
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Rapidão
cometa
Projeto
para pequenas e médias empresas |
Acompanhia
implantou em Salvador e Recife um serviço com soluções
customizadas através do transporte de cargas aéreo
e rodoviário, prazo de entrega reduzido e tarifas competitivas,
voltado para empresas de pequeno porte.
O Rapidão Primeira Hora é serviço rodoviário
expresso que funciona porta a porta, com menor tempo de trânsito,
prazo de entrega e tarifas competitivas, utilizando carretas,
rastreadas via satélite, conduzidas por dois motoristas,
diminuindo o prazo do transporte, uma vez que a carga nunca
pára.
Em seis meses a expectativa é dobrar o faturamento com
os clientes empresariais, observa o gerente comercial do Rapidão
Cometa na Bahia e em Sergipe, Francisco Azevêdo. Estão
sendo criados mais de 150 empregos, sendo 50 diretos. |
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Francisco Azevêdo |
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| A empresa
- Fundado há mais de 60 anos, o Rapidão Cometa, maior
empresa de transportes do Norte-Nordeste e segunda do País,
possui mais de 700 veículos e oferece soluções
integradas em transporte aéreo, rodoviário e logística,
atestadas com a Certificação ISO 9001. Conta com mais
de 7 mil clientes ativos que movimentam 2,5 milhões de cargas
ao ano em sua rede de 24 filiais, 23 agentes de carga aérea
em todo o Brasil, atendendo 4 mil localidades, em 16 estados, além
de 210 países através do acordo operacional com a FedEx. |
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IPI
Menor
alíquota prejudicará estados e municípios |
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O aumento das alíquotas
do Pis e do Cofins não deve ser utilizado pelo Governo como
moeda de troca para renovar a portaria que concedeu redução
do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em favor da indústria
automobilística, pois tal medida só provocará
o enfraquecimento das tão combalidas receitas dos estados e
municípios brasileiros.
A posição é do senador Rodolpho Tourinho (PFL-BA),
argumentando que esta receita é compartilhada e não
pode ser utilizada para compensar perda exclusiva de receita que é
exclusiva da União. Se isto ocorrer, os estados perderão
anualmente R$ 232 milhões e os municípios, R$ 243 milhões.
Prejuízo incalculável e que contraria o espírito
da reforma tributária.
Tourinho esclarece que em 1988 a receita compartilhada (IPI e Imposto
de Renda) entre a União, Estados e Municípios representava
76% da receita total da Secretaria da Receita Federal e já
em 2003 este volume experimentou uma queda de 44% do volume. |
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Senador Rodolpho Tourinho |
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