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Nota
baixa
Retrato
do Brasil: violência, desemprego, fome, pobreza e comunicação
ruins |
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Apenas 5,5 foi a nota atribuída
aos 18 primeiros meses do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
na opinião de 118 jornalistas brasileiros e correspondentes
estrangeiros, consultados em todo o País. Política externa
e economia receberam aprovação quase unânime,
tendo sido consideradas muito ruins a comunicação e
o relacionamento com a mídia. Citados como piores ministros,
José Dirceu, Olívio Dutra, Humberto Costa, Ricardo Berzoini,
Patrus Ananias, Luis Gushiken, Guido Mantega e Dilma Rousseff, enquanto
os melhores são Celso Amorim, Antonio Palocci, Luiz Fernando
Furlan, Roberto Rodrigues e Márcio Thomas Bastos. |
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As informações integram
pesquisa realizada pela Macroplan Prospectiva & Estratégia,
uma empresa de consultoria especializada em estudos prospectivos,
administração estratégica e modernização
organizacional, com sede no Rio de Janeiro e Brasília, através
de uma equipe permanente e multidisciplinar de 15 consultores. Há
cinco anos promove um trabalho sistemático de monitoramento
da trajetória real do Brasil em face dos cenários desenhados,
analisando e interpretando dados, fatos e tendências referentes
às dimensões internacional, econômica, política,
social e energética do País. Entre seus principais clientes
estão a CNI, Inmetro, Petrobras, Senai, Eletronorte e diversas
Universidades Privadas.
Em relação ao desempenho do PT nas eleições
municipais as opiniões estão divididas: 43% acreditam
que será bom/muito bom , mas 54% dizem que será ruim/
muito ruim. A política econômica teve avaliação
positiva de 87% dos correspondentes estrangeiros e de apenas 73% dos
jornalistas do País. A violência foi apontada por 87%
dos estrangeiros e 88% dos brasileiros como o principal problema do
governo, enquanto 88% de jornalistas do País se mostraram preocupados
com o desemprego e 87% dos estrangeiros com a fome e a pobreza. Mais
de 60% dos entrevistados se mostraram desapontados com a comunicação
do governo com a sociedade e com o relacionamento deste com a imprensa:
67% dos brasileiros e 73% dos estrangeiros acham ruim/muito ruim o
trato do governo com os jornalistas.
Quanto à expectativa do governo Lula, apontou uma visão
positiva no terreno da economia a curto e médio prazo: 70%
confiam na manutenção dos rumos da atual política
econômica até o fim da gestão, mas com relação
à situação política é menos otimista,
pois a grande maioria (86% dos estrangeiros e 84% dos brasileiros)
acredita que a situação ficará estável
ou mesmo pior este ano. Também em relação aos
problemas sociais as expectativas são bastante pessimistas
no curto prazo. Cerca de 80% dos entrevistados acreditam que a pobreza
ficará igual ou pior, que o governo não conseguirá
melhorar a educação e a saúde e que a segurança
pública ficará ainda mais crítica no curto prazo. |
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Eleições
Urnas
eletrônicas custarão R$ 187,3 milhões |
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Cerca de 120 milhões de brasileiros
vão escolher prefeitos e vereadores, utilizando 75 mil urnas
eletrônicas, produzidas pelo Grupo FIC/Phihong do Brasil, que
as fornece desde 1998, em parceria com a Diebold Procomp, todas implantadas
em Santa Rita do Sapucaí (Minas Gerais). O TSE informa que
esse lote deverá completar um número total superior
a 400 mil urnas e vai custar R$ 187,3 milhões. Mais de 95%
dos votos serão totalizados até a meia noite do mesmo
dia das eleições. O custo total das eleições,
segundo o TSE, será de R$ 594 milhões para atender as
350 mil seções eleitorais em todo o país.
Uma placa-mãe exclusiva equipa as urnas, totalmente novas do
ponto de vista tecnológico, explica Cláudio Ribeiro,
diretor comercial da FIC, e uma das novidades, é que além
de armazenados digitalmente, os votos também terão a
possibilidade de serem impressos, possibilitando mais uma possibilidade
de fiscalização e lisura de toda a operação.
As placas-mãe das urnas 2004 comportam um chip marca National/AMD
de 200 MHz de velocidade, com memória de 64 Mbytes, além
de duas memórias Flash (adicionais) de 32 Mbytes. |
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Pesquisa
Jornalistas
constatam desinformação e índice de visibilidade
do governo baiano |
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Nos últimos 18 meses, segundo
a opinião de 118 jornalistas junto aos 12 principais governos
estaduais, apenas 2 registraram números positivos (mais de
50% das pessoas como de desempenho muito bom ou bom): São Paulo
(88%) e Minas Gerais (78%). Dois deles, avaliados pela quarta vez
consecutiva muito negativamente (desempenho ruim ou muito ruim): Rio
de Janeiro (91%) e Distrito Federal (63%). No Ceará, Santa
Catarina, Bahia e Goiás predominam a desinformação
e o índice de visibilidade dos governadores é inferior
a 50%.
Para a avaliação da performance do governo dos 12 principais
estados brasileiros (selecionados segundo o critério de participação
no PIB nacional) solicitou-se aos pesquisados que se posicionassem
quanto ao desempenho global do governo no período de um ano
e meio e que indicassem os principais pontos de destaque positivo
e negativo. A título de análise foram agrupadas as respostas
situadas nas classes 'muito bom e bom' e 'ruim e muito ruim'. |
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Com relação à
visibilidade dos Governos Estaduais diante dos jornalistas pesquisados,
com base nas suas respostas quanto à disponibilidade ou não
de informações, destaca-se a alta visibilidade do Governo
de São Paulo, com 94%, explicada tanto pelo "peso"
do próprio Estado no contexto nacional quanto pelo trabalho
consistente realizado por Geraldo Alckmin. A também elevada
visibilidade do Governo de Minas Gerais (91%) explica-se pela sua
trajetória política e desenvoltura nas negociações
recentes junto ao Governo Federal, além dos resultados já
visíveis obtidos com a implementação de um choque
de gestão e o enfrentamento da questão econômica
do Estado. O grande índice de visibilidade do governo carioca
(96%) é associado majoritariamente à maciça cobertura
da crescente violência e insegurança pública na
cidade.
Em relação a dezembro, praticamente não houve
alteração na avaliação dos governadores
Aécio Neves (caiu dois pontos) e Geraldo Alkmin, que obteve
sua melhor média - 88% de aprovação - dez pontos
superior à verificada em abril, quando fora aprovado por 78%
dos jornalistas. Piorou significativamente a avaliação
do governador Germano Rigotto: no primeiro ano de seu mandato era
aprovado por 67% dos jornalistas e, atualmente, por apenas 48%. A
avaliação da governadora do Rio de Janeiro, Rosinha
Mateus, permanece negativa e estável desde janeiro. Reduziu
a avaliação negativa do governador do Distrito Federal,
Joaquim Roriz (no início do mandato sua gestão era reprovada
por 91% dos entrevistados e atualmente é criticada por 63%
dos pesquisados). A avaliação dos demais governadores
se mantém regular desde abril, com aprovação
oscilando entre 20% e 40%. Questões abertas - A análise
qualitativa feita espontaneamente pelos pesquisados confirma, em
parte, as impressões descritas na avaliação
anterior, na qual Alckmin e a condução que vem fazendo
no governo de São Paulo, sobretudo pela gestão e posição
política, mantém-se como o principal ponto positivo
do desempenho dos governos estaduais, seguido por Aécio Neves,
seguindo-se Rigotto (RGS) e Paulo Hartung (ES). Aécio, Rigotto
e Marcone Perillo, foram destacados por "conseguirem reerguer
a economia de seus estados e trazer investimentos, projetarem seus
estados nacionalmente e obterem boa aprovação popular,
pela atuação em defesa da segurança pública
e por mostrarem habilidade e bom trânsito em negociações
com o governo federal". |
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Bombou
Antes de estourar na imprensa brasileira, um senador baiano recebeu
cabuloso dossier finamente elaborado pela socialite paulistana,
Maria Christina Mendes Caldeira, contra seu ex-marido, o presidente
do PL, deputado Valdemar Costa Neto.
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Inexcidível
O secretário Otto Alencar pode deixar no armário,
por algum tempo, o terno que preparou para tomar posse no Tribunal
de Contas dos Municípios. Por enquanto, o governador Paulo
Souto não abre mão da sua presença na equipe
administrativa. |
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Minguado
As gráficas baianas estão desesperadas com os políticos.
Só recebem pedidos de orçamentos e os pedidos que
chegam são mirradíssimos. |
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Mês
que vem
Não bastam os números das pesquisas para abrir os
cofres de empresas e amolecer as mãos dos empresários.
Dinheiro para a campanha somente a partir de meados de agosto, quando
eles receberem o tão prometido dinheiro de Lula, referentes
aos débitos de 2003. |
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Mão
de Deus
O senador Marcelo Crivella está como o diabo gosta: além
de ser denunciado como sócio da Tv Cabrália e a TV
Record (Franca/SP), agora descobriram que a casa onde mora, na Barra
da Tijuca (quatro suítes, com 300 m²), é paga
pela Igreja Universal (R$ 1,6 milhão por mês). O patrimônio
declarado ao TRE é de apenas R$ 21.846.
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Amigão
Além dos três primeiros colocados nas pesquisas, as
entidades de classe fazem questão de convidar também
Benito Gama. Para eles, um amigo de fé, irmão e camarada.
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Pão
é bom
Muitas conversações e um final mais que feliz: ACM
Neto e o vereador Renato Ventura fecharam com os presidentes da
Associação dos Proprietários de Padarias (Edésio
Duran), do Sindicato dos Panificadores (Mário Pithon) e da
ex-presidente, Andréa Lago, total apoio à candidatura
de César Borges. São mil estabelecimentos e 10.000
empregos (aliás, votos).
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Jequié
Leur Lomanto satisfeito com os 27% de aprovação do
seu nome como candidato a prefeito. Considera-se no segundo turno.
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Reforma
Pelo menos seis Secretarias com status de Ministérios desaparecerão
na reforma que está sendo preparada pelo ministro José
Dirceu. Mas seus titulares ainda receberão os vencimentos
do cargo até dezembro.
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Bom
menino
A quantidade de amigos, correligionários e políticos
que compareceu ao aniversário de Pedro Godinho (vice na chapa
de César Borges), apenas constatou o quanto ele é
querido por toda Salvador.
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Donas
de casa
Projeto de Emenda Constitucional apresentado pela deputada Luci
Choinacki (PT-SC) já encaminhado à Comissão
de Constituição e Cidadania da Câmara, concede
às donas de casa brasileiras com mais de 60 anos, o direito
de se aposentarem, recebendo um salário mínimo mensal. |
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