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Contrução
naval
Marinha
dá o primeiro passo para transferir suas operações
militares para Base de Aratu |
No primeiro trimestre
de 2005 ficarão concluídos os estudos técnicos
e de viabilidade econômico-financeira visando a ampliação
do dique seco da Base Naval de Aratu para 300 metros, criando o maior
complexo de reparos e construção naval militar do Brasil,
numa área de 2 milhões de metros quadrados.
O Jornal Bahia Negócios em sua última edição
revelou as intenções da Marinha Brasileira, por motivos
de logística e segurança do seu pessoal, em transferir
para Salvador (BNA) os seus navios que ficam ancorados no porto do
Rio de Janeiro, além de boa parte do contingente de pessoal
ali estacionado. |
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Na solenidade, o diretor-geral da Marinha do Brasil, Almirante
Euclides Duncan Janot de Mattos, o presidente da Emgepron, vice-almirante
Napoleão Bonaparte Gomes e o diretor administrativo-financeiro,
contra-almirante Márcio Menezes Miranda, com os diretores
da UTC Engenharia S/A, Ricardo Ribeiro Pessôa e João
de Teive e Argollo, ao lado do governador Paulo Souto, Emerson Simões
(Sudic) e do secretário Otto Alencar (Indústria e
Comércio).
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O protocolo de intenções assinado pelo governo da Bahia, Marinha
do Brasil, Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) e a UTC Engenharia
S/A definirá as várias etapas da execução das
obras principais, destacando-se ampliação da vila residencial
e dos vários diques, um dos quais mede 33 metros de largura com calado
de 12 metros, atualmente utilizados para reparos. A BNA oferece perfeitas
condições para abrigar o complexo naval, não só
por sua localização geográfica, mas por ter um canal
de excelente navegabilidade e diversas oficinas especializadas, além
de estar ao lado das fontes de abastecimento de combustível.
A unidade será capaz de construir não apenas embarcações
mercantes/civis como também navios de guerra, em uma segunda etapa.
Sede do primeiro estaleiro do país, desde a época de Colônia,
a Bahia foi pólo de construção naval até o Império,
quando perdeu o posto, com a transferência da capital do país
para o Rio de Janeiro. Hoje, na Base de Aratu, são realizados apenas
serviços de reparos nas embarcações. |
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Artecola
Fábrica
baiana em Dias D`Ávila incrementa sua produção
de laminados para calçados |
Nova tecnologia
em laminados está sendo utilizada pela unidade baiana do Grupo
Artecola (um dos principais fabricantes de adesivos industriais da
América Latina e que este ano estima faturar US$ 72,5 milhões)
com a fabricação do Rhenoprint, insumo usado como reforço
interno nos calçados, determinando total eliminação
do desperdício de matéria-prima, por não exigir
operações de corte e desgaste, sendo totalmente reciclável.
Trata-se de uma evolução da tecnologia Rhenoflex, de
laminados que, além de agilizar processos industriais, confere
elevado grau de qualidade ao calçado, tanto visual como em
termos de durabilidade e conforto. A empresa produz este laminado
através de licenciamento para a América Latina, obtido
em acordo de desenvolvimento tecnológico com o grupo Giulini
Chemie GmbH, da Alemanha.
Na sua linha de produção em Dias D`Ávila, a Artecola
já desenvolvia os laminados Rhenoflex, mas resolveu incluir
o Rhenoprint, tendo em vista a crescente demanda por este insumo por
parte das indústrias calçadistas da região, evitando
assim importar o material que era fabricado em outra unidade do Grupo,
no Rio Grande do Sul. Foi desenvolvido a partir da solicitação
de reforços ecologicamente corretos da marca Try On, de calçados
esportivos, que são produzidos pelo grupo Dilly, um dos mais
importantes fabricantes de tênis da América Latina, através
de suas unidades localizadas na Bahia (Santo Estevão e Vitória
da Conquista) e em Itapipoca (Ceará). |
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Eduardo Knust |
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| O diretor superintendente
do Grupo Artecola, Eduardo Kunst, explica que as suas unidades nordestinas
aumentam a competitividade da indústria da região, por agilizarem
a entrega e reduzirem o custo de transporte dos insumos que fornece, maximizando
estas vantagens logísticas investindo em frota própria de
distribuição. O benefício não se restringe ao
setor calçadista, mas também junto a outros segmentos para
os quais o grupo fornece, dentre estes, o automotivo, o moveleiro e o gráfico.
Artecola - Gerando 1.150 empregos diretos, dos quais 150 no Exterior,
o Grupo foi uma das primeiras empresas gaúchas a acreditar na potencialidade
do Nordeste como pólo industrial, onde em 1989, instalou sua primeira
fábrica em Campina Grande (PB), voltada à produção
de adesivos. Possui oito plantas industriais no Brasil (RS, SP, BA e PB),
duas na Argentina, uma no México e outra na Colômbia, além
de Centros de Distribuição no Chile, Peru e México,
além de distribuidores exclusivos no Uruguai, Paraguai, Bolívia,
Equador, Colômbia e Venezuela. |
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Veracel
Área
plantada garante madeira |
Marcando mais um ano
de constituída, a Veracel Celulose já produziu 19 milhões
de mudas de eucalipto em 2003, além do plantio de 16.000 hectares,
elevando-se a área total plantada para cerca de 70.000 ha,
o que assegura as bases para implantação da fábrica
no sul da Bahia.
Detentora da Certificação Ambiental ISO 14001, desde
junho de 2003, com o uso das melhores práticas de manejo florestal
e de produção sustentável, a companhia estabeleceu
para este ano como meta as ações para a obtenção
do certificado Cerflor (Programa Nacional de Certificação
Florestal), referência nacional em termos de processo de certificação
ambiental voluntária, que deverá ser conquistado até
meados de 2005.
Recentemente, a Veracel aderiu ao Global Compact, um pacto da ONU
(Organização das Nações Unidas), em que
a empresa assume um importante compromisso com questões sociais
e ambientais.
Os nove municípios situados na área de abrangência
da empresa estão sendo beneficiados com o pagamento de impostos
oriundos do Projeto (em ISS, só em 2004 foram arrecadados R$
4.730.397, dos quais R$ 3.531.294 para Eunápolis, seguindo-se
Belmonte com R$ 662.432). |
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Energia
Conde
ganhará um parque eólico |
A EdRB do Brasil assinou
protocolo de intenções com a Secretaria de Infra-Estrutura
do Estado da Bahia e a prefeitura de Conde, visando a implantação
de um parque gerador de energia eólica nesta cidade, localizada
no litoral norte baiano.
A empresa realizará um levantamento detalhado para indicar
a viabilidade técnica e econômica do investimento em
áreas selecionadas, cabendo à Prefeitura da cidade,
com apoio da Secretaria, conseguir as autorizações ambientais
para instalação das torres de medição
e dos aerogeradores.
O fornecimento, a montagem e a instalação das torres
e dos equipamentos de medição, leitura de dados e softwares
serão de exclusiva responsabilidade da EdRB, que vai assumir
também os custos de implementação, num prazo
de dois anos, prorrogáveis por mais dois, informa o secretário
Eraldo Tinoco |
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