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maior empresa de artigos esportivos do mundo, a adidas-Salomon,
sem considerar as variações do câmbio,
espera que suas vendas no Brasil em 2003 cresçam 5%,
alcançando uma margem bruta entre 42% e 43% e ampliando
a receita num patamar que variará de 10% a 15%. Por
mais de 80 anos, a Adidas faz parte do mix dos esportes, fabricando
tênis, roupas e acessórios de classe mundial
e é líder global no segmento de produtos para
a indústria esportiva em todos os cantos do mundo.
Herbert Hainer, CEO e Presidente da adidas-Salomon, esteve
este mês no Brasil a fim de conhecer a operação
local desenvolvida pela Disport, que fabrica calçados
nacionais em suas unidades de Porto Alegre (RS) e Ipirá
(BA). O grupo é responsável pelas marcas Adidas
(calçados, vestuário e equipamentos esportivos
como bolas e bolsas), Salomon (artigos para esqui, snowboard,
patins in-line e escalada), Mavic (componentes ciclísticos),
Bonfire (vestuário para snowboard), Ark'Terix (equipamentos
e vestuário para modalidades "outdoor"),
Cliché (equipamentos, vestuário e calçados
para skate), Taylor Made-Adidas Golf (equipamentos, vestuário
e calçados para golfe) e Maxfli (bolsas e acessórios
para golfe).
Números - A adidas-Salomon, em 2002,
registrou vendas globais de 6,5 bilhões de Euros e
na América Latina cresceram 31%, sem levar em conta
os efeitos cambiais, resultado possível graças
ao aumento das vendas na Argentina, Chile, México e
Brasil índice de dois dígitos. No primeiro trimestre
de 2003, as vendas tiveram um incremento de 2% no mundo. Subindo
12% no período. Na América Latina, mais 45%
(sem efeito cambial) nos primeiros três meses do ano,
com aumento. |
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Herbert Hainer, presidente da adidas-Salomon
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