
Herbert Demel, presidente da Volkswagen do Brasil |
As montadoras no Brasil perderam
mais de US$ 5 bilhões nos últimos quatro anos, está
operando com metade da sua capacidade, o mercado anual estimado em
3,2 milhões de veículos continua caindo, agravado mais
ainda com a crise econômica e política da Argentina,
nosso antigo parceiro, onde a produção perde 100 mil
unidades em cada exercício. Isto levará ao afastamento
de dois grandes grupos, nos dois países, até 2004.
Polêmico, o austríaco Herbert Demel, presidente da Volkswagen
do Brasil há mais de cinco anos, fez estas declarações
e não esconde que o mercado nacional é incapaz de absorver
tal volume de indústrias, garantindo que o volume de vendas,
ao contrário do que se propala, não está salvando
a pátria de ninguém e a queda hoje está em torno
de 20%, abaixo do nível de 1997, o que deixa de ser saudável
para as indústrias automobilísticas. |
| Muita montadora para pouco comprador
de carro, resume ele ao conceder entrevista à Gazeta Mercantil,
na qual reflete que a Volkswagen precisa tornar-se uma marca desejada
e não uma marca de sapato de plástico que só
tem volume. |
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Nissan
A MWM Motores Diesel foi a empresa escolhida
pela Nissan para até o final do ano fornecer 4.500 motores
diesel Sprint 4.07 TCA turbodiesel intercooler para equipar a pick-up
Frontier, da Nissan, primeiro veículo produzido pela marca
no País, e nos próximos 24 meses a meta da montadora
é atingir 15% de participação no segmento de
pick-ups médias.
Mitsubishi
Cumprindo mais uma etapa dentro de sua meta
de contínuo desenvolvimento, a Mitsubishi Motors do Brasil
criou o Departamento de Comunicação Social, colocando
o jornalista Caio Moraes para comandar a tarefa de estreitar cada
vez mais o relacionamento imprensa/empresa. Bethy Cardoso continua
com o procedimento normal de atendimento à imprensa, subordinado
à nova direção.
Volkswagen
A Volkswagen Caminhões e Ônibus
- Operações América do Sul - tem este mês
um plano de financiamento pelo Banco Volkswagen, com taxa de juros
de 1,28% na compra de qualquer caminhão ou ônibus da
marca, válida como referencial para planos na modalidade
Finame com 48 meses de prazo. Os compradores têm garantia
por um ano sem limite de quilometragem, o atendimento exclusivo
por telefone Chamevolks e a assistência de uma rede com 115
concessionárias em todo o Brasil, diz Ricardo Alouche, gerente
nacional do setor.
Massey Furguson
Tratomaster é a mais nova concesssionária
da MF em Salvador, onde estava há mais de dez anos sem representante.
Está funcionando no km14 da rodovia Salvador-Feira, ocupando
uma área de 12.000 m² de área construída,
contando com uma equipe de 40 funcionários. |
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Osvaldo Jardim |
Vendasde
Camaçari melhoram o
desempenho da montadora no Brasil. |
| Se depender dos primeiros resultados obtidos com
a comercialização dos veículos fabricados no
Complexo Industrial do Nordeste, em Camaçari, a Ford conseguirá
subir alguns pontos no ranking de automóveis no Brasil, pois
no primeiro mês de comercialização do Novo Fiesta,
a empresa apresentou novo desempenho positivo nas vendas. Em junho,
com a comercialização de 11.661 veículos no atacado,
registrou um crescimento de 2,2% sobre o mês anterior, enquanto
o setor sofreu uma queda de 6,5% no período. O resultado de
maio confirma e tendência de avanço da Ford, desde o
início do ano, com aumento da participação, de
7,3% em janeiro para 10,5% em junho. |
Considerando apenas o segmento de automóveis,
o crescimento da Ford, entre maio e junho, foi ainda mais expressivo:
11%. O principal destaque no mês de junho foi o Novo Fiesta.
Em seu primeiro mês de vendas, após o lançamento,
o modelo teve cerca de 3.400 unidades comercializadas. Outro modelo
que vendeu bem em junho foi o Fiesta Street Sedan. No total, foram
vendidos 8.989 automóveis Ford.
A Ford colocou em prática, também, um sistema especial
de logística para agilizar o fornecimento de peças de
reposição do Novo Ford Fiesta. O sistema, batizado de
Entrega Expressa, funciona em toda a rede de distribuidores Ford no
Brasil e permite que qualquer peça do veículo seja entregue
em até 24 horas, nas capitais, ou em 48 horas, nas demais regiões,
após o pedido à fábrica, caso não esteja
disponível no estoque do distribuidor. Estamos tratando a entrega
de peças do Novo Fiesta como prioridade na cadeia de abastecimento,
nessa fase de lançamento, para atender prontamente às
necessidades do mercado, afirma Oswaldo Jardim, Gerente do setor.
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Empresa investirá R$ 60 milhões
para atingir a marca de 100 postos em 2002. |
A Ipiranga inaugura este ano 61 postos de Gás
Natural Veicular (GNV) em todo o Brasil. Pioneira no lançamento
dessa nova e promissora fonte de energia, a empresa apostou nesse
nicho e agora colhe os frutos: até o fim do ano passado, 39
postos estavam comercializando o gás natural, número
que representa o dobro do registrado em 1999. Na região Nordeste,
apenas este ano está prevista a inauguração de
pelo menos onze postos de GNV da Ipiranga. Para cada unidade, o investimento
destinado é de cerca de R$ 1 milhão. Estão sendo
construídos postos também em Fortaleza, Sergipe, João
Pessoa, Maceió, Natal e Recife.
Do primeiro posto, aberto em São Paulo, em novembro de 1991,
até agora o mercado não parou de crescer. O grande impulso
para o combustível veio em 99, por conta do aumento excessivo
no preço da gasolina. A chegada do GNV a vários estados
brasileiros também fez com que o número de postos aumentasse
a cada ano. Só para se ter uma idéia de sua expansão
no país, a Ipiranga fechou o ano passado com 18 postos no Rio,
11 em São Paulo, seis em Belo Horizonte, dois em Curitiba,
dois em Natal e um em Fortaleza.
Econômico - Lançado como uma opção
de combustível menos poluente, o gás natural conquistou
o consumidor também por ser econômico. Além
de mais barato, o GNV aumenta o rendimento do carro. Enquanto um
veículo a gasolina, por exemplo, tem rendimento médio
de 10km/l, o movido a gás natural rende 13km/m3. |
| Perigo de vida ao comprar
usados.
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A Monroe - líder mundial no desenvolvimento
e fabricação de amortecedores - orienta o consumidor
a não utilizar, na hora de trocar os amortecedores do veículo,
peças remanufaturadas, ou seja, falsificadas. Os amortecedores
são selados - vedados e soldados - e nenhum de seus componentes
é fornecido ao mercado. Portanto, não existe amortecedor
recondicionado que ofereça total segurança e muitos
pintam o amortecedor usado, ou seja, lavando-o e repintando-o para
dar aparência de novo, porém, a peça já
não está em condição de uso. Explica
Ivo Izidoro da Silva, gerente de Treinamento e Eventos da Monroe,
que o amortecedor remanufaturado é uma peça usada
que foi substituída por outra por estar gasta. |
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