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Indústrias
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| SempToshiba/Ba Eleita melhor empresa da região, pretende faturar R$ 240 milhões em 2002. |
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| Quem entra nas instalações do complexo da Semp Toshiba, localizado no bairro de Águas Claras, periferia de Salvador, estranha a ausência do barulho de máquinas e homens operando, o frenesi das grandes indústrias. | ![]() |
| É que, num espaço
de 6.000 metros quadrados, onde trabalham 250 pessoas, cerca de 70% da mão
de obra é feminina, responsável pela produção,
mensal de 1.500 Notebooks, 6.000 Desktops, 70 Servidores, 25.000 telefones
sem fio, além da montagem final de DVDs. Quem entra nas instalações do complexo da Semp Toshiba, localizado no bairro de Águas Claras, periferia de Salvador, estranha a ausência do barulho de máquinas e homens operando, o frenesi das grandes indústrias. É que, num espaço de 6.000 metros quadrados, onde trabalham 250 pessoas, cerca de 70% da mão de obra é feminina, responsável pela produção, mensal de 1.500 Notebooks, 6.000 Desktops, 70 Servidores, 25.000 telefones sem fio, além da montagem final de DVDs. O ambiente meio zen, com certeza, está impregnado pela filosofia de qualidade da Toshiba do Japão, maior acionista da companhia, que impõe rígido controle de qualidade na fabricação dos produtos que saem da unidade baiana. Se no ano passado faturou R$ 200 milhões, crescendo 46,8% com uma rentabilidade de 36,8%, em 2002, apesar das oscilações do mercado, a expectativa é ampliar esse resultado em mais 40%, experimentando alavancagem maior nesse segundo semestre. Clovis Duarte, diretor da empresa na Bahia, explica que o parque industrial é integrado pela Semp Toshiba Informática (notebooks, desktops e servidores, estes dois últimos com as marcas Lince e Toshiba) e a Semp Toshiba Bahia (dvds, telefones sem fio, rádios relógio, cd player, que são importados mas deverão ser nacionalizados a médio prazo). Todos estes produtos, cuja produção só é liberada após exaustivos testes realizados na matriz da empresa, no Japão, apresentam os mesmos itens de qualidades existentes nos similares comercializados na Europa, Ásia e Estados Unidos. |
![]() Clóvis Mendes Duarte, Diretor da SempToshiba/Ba |
| Inaugurada em março de 1998, a Semp
Toshiba está enquadrada para receber os benefícios da Lei
de Informática, tanto a nível federal como estadual, e encontra-se
numa posição geográfica bem estratégica para
a colocação dos seus produtos. Acrescenta o diretor que a
continuidade administrativa na administração pública
tem sido também fator importante na consolidação operacional
da empresa que analisa a implantação de novas linhas, atualizando
os atuais modelos. Clovis revela investimentos de R$ 16 milhões e mais US$ 574.000 na unidade de Manaus, ainda este ano, para iniciar a produção de copiadoras e computadores de bolso, ainda importados do Japão e que terão canais de comercialização na Bahia. No caso específico das copiadoras, a meta da Semp Toshiba é alcançar a terceira posição no market share brasileiro, disputando com a Xerox, Ricoh e Canon. A história da Semp Toshiba Informática começou com a compra da Lince Computadores, que operava em São Paulo desde 1996, tendo sido transferida para a Bahia, onde passou a ocupar um terreno com 30.000 metros quadrados. A marca veio se juntar à da Toshiba no segmento de servidores e computadores, todos ostentando não só o Selo de Qualidade da Toshiba, como também a Certificação ISO 9001. Presidido por Affonso Antônio Hennel, o grupo Semp Toshiba do Brasil (Amazonas e Bahia) estará completando em 2002, 60 anos de atividades no país, onde começou com a Semp montando apenas 12 televisores por dia. Em 1973, já com a fábrica de Manaus, registrava 40 mil unidades mensais (rádios e televisores) e em 1976 conquistou sua posição no mundo da alta tecnologia ao fazer um acordo com a Toshiba Corporation do Japão, nascendo assim a Semp Toshiba. Uma das patrocinadoras da Copa do Mundo de 2002 e Parceira Oficial de Tecnologia de Informação, a Toshiba Corporation também será a patrocinadora oficial do certame de 2006, na Alemanha. No mês passado, em função do campeonato mundial de futebol, a empresa colocou no mercado a promoção “50 anos em 50 meses” para os seus televisores. Demonstrando a sua vitalidade tecnológica, agora mesmo está colocando no mercado um novo monitor de plasma, com 50 polegadas, tela de Wilde Screeen (formato cinema, entrada para TV de alta definição e Progressive Scan) exclusivo e pioneiro sistema de dupla leitura que garante alta resolução de imagem. |
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| Aracruz Inaugura ampliação da Fábrica C no ES. |
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| Quando o presidente Fernando
Henrique Cardoso, dia 2 de agosto, cortar a fita inaugural da nova linha
de produção de celulose (Fábrica C), a terceira da
companhia, localizada no km 25 da rodovia Aracruz/Barro do Riacho, no Espírito
Santo, o Brasil agregará mais 700 mil toneladas anuais. O investimento total no projeto foi de aproximadamente US$ 800 milhões (US$ 575 milhões na área industrial, US$ 220 milhões na área florestal e US$ 30 milhões em logística e infra-estrutura social), o que, à época de sua execução, representou o maior investimento no País pelo setor privado, elevando a produção atual da Aracruz para 2 milhões de toneladas/ano. Tais números significam ampliar as exportações da empresa para US$ 1 bilhão, com significativa contribuição à economia nacional. Foram gerados cerca de 11.500 postos de trabalho durante a execução do projeto. Vale ressaltar que a participação dos trabalhadores locais atingiu um índice médio de 80% do total contratado. Os 20% da mão-de-obra externa era formada por profissionais com qualificação especializada, mas que retornaram para suas cidades após o projeto. Qualificação - Desenvolvido em parceria com os governos estaduais do Espírito Santo e da Bahia, foi criado o Programa de Qualificação Profissional, que disponibilizou 32 cursos no Espírito Santo em 2001, contemplando 4.422 trabalhadores. Os cursos atenderam tanto à Fábrica C (áreas de metal-mecânica, elétrica, instrumentação, fomento e operacional) como à comunidade em geral (áreas de saúde, turismo, agricultura e comércio). Boa parte desse esforço, feita por intermédio do Senai, visou assegurar a máxima participação da mão-de-obra local nas obras e posterior operação da expansão. Na construção da nova unidade fabril, a Aracruz adquiriu aproximadamente US$ 200 milhões em equipamentos e serviços de fornecedores capixabas, tendo sido contratadas cerca de 60 empresas da região nas áreas de construção civil, metal-mecânica, elétrica/instrumentação/ automação, serviços (locações, transportes, materiais etc). Durante a implantação do projeto houve uma geração de US$ 86 milhões em tributos diversos e, na fase de operação, serão cerca de US$ 14 milhões anuais, calculando-se que aproximadamente R$ 60 milhões circularam pela região de influência da Aracruz. Todo esse dinheiro, que movimentou principalmente o comércio, foi proveniente dos salários e encargos sociais pagos pelas empresas ao pessoal que trabalhou no projeto da Fábrica C. |
![]() Carlos Aguiar, Presidente da Aracruz Celulose |