Portos de Salvador, Aratu e Ilhéus poderão perder 700 mil toneladas
Espírito Santo e Pernambuco ficam com boa parte da soja e toda celulose produzida na Bahia. |
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Degradados, sem infra-estrutura, ineficientes, com gestões fracas, os portos baianos não fogem à regra dos seus congêneres brasileiros e registram constantes fugas de cargas para outros estados. Estão desaparecendo linhas regulares de navegação.
Criada recentemente, a nova Secretaria de Portos e Aeroportos admite a escassez de recursos e a necessidade urgente de efetuar obras, renovar equipamentos e entregar a administração a profissionais e técnicos, despolitizando o setor no Brasil.
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Paulo Roberto Villa |
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Paulo Roberto Villa, diretor-executivo da Associação dos usuários dos Portos da Bahia (Usoport) mostra-se bem mais realista com a situação da Bahia diante da safra recorde de grãos alcançada em 2006/2007 - 5,058 milhões de toneladas, 22,2% superior ao período anterior. Desse total, 2,248 milhões somente de soja.
Com as estradas em péssimo estado e as muitas dificuldades para escoar a produção, serão inevitáveis os prejuízos quando forem contabilizados os números malabarísticos da logística ( sic) utilizada pelos produtores. Os dados estão sendo monitorados mês a mês para evitar maiores surpresas, alerta.
Lamenta que os portos públicos não tenham acompanhado o crescimento da economia baiana, porque sua gestão não tem foco na carga. Salvador e Aratu ainda oferecem a mesma infra-estrutura envelhecida de 30 anos, sendo a única melhora uma dragagem que aumentou a profundidade de 10 para 12 m em ambos. Investimentos em equipamentos somente aconteceram em Salvador com a Tecon que em 2002 instalou 2 portêineres pequenos, já obsoletos e sem condições, desde 2004, para atender navios de porte e mais modernos, alfineta Villa.
Maior prejuízo para as cargas conteinerizáveis, que pertencem a centenas de micro, pequenas, médias e grandes empresas. Em 2006 foram 604.663 toneladas de fuga e nos primeiros 4 meses deste ano já são 174.250 toneladas. Este círculo vicioso está causando forte perda de competitividade às empresas da Baia e Sergipe.
A Companhia das Docas da Bahia (Codeba) anuncia investimentos em torno de R$ 100 milhões para este ano - falta menos de 6 meses! - com a construção de dois novos berços no porto de Salvador, ampliando o calado para 15 metros. Mas o projeto dormita no Ministério dos Transportes, não tem orçamento e não se sabe quando será liberado.
Até hoje nada de concreto existe quanto à melhoria dos acessos rodoviários e ferroviários, enquanto a logística de transporte apresenta um estrangulamento crescente. Tão falado, o projeto da Via Portuária, ligando a BR 324 ao porto de Salvador, com interligação para o Centro Industrial de Aratu e o Pólo Petroquímico, continua estático. Da mesma forma o ideário em torno da implantação de um novo porto no sul da Bahia ou a melhoria das instalações e acessos em Ilhéus, conclui Villa. |
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China ataca
O multimilionário chinês Yin Mingshan, fundador e diretor da Chongqing Lifan Holdings, ofereceu $ 500 milhões pela fábrica da BMW e DaimlerChrysler AG, que funciona em Campo Largo/PR, para mudá-la para a China. A fábrica produz motores Tritec de 1,4 e 1,6 litros e a Lifan é uma das compradoras. |
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Troller
No calendário 2007 para o Nordeste, Salvador sediará a 3ª etapa dia 29 de setembro. A 4ª etapa será em João Pessoa dia 3 de novembro e a 5ª em Fortaleza, 4 de novembro. |
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Avis cresce
Ao custo de R$ 180 milhões, a Avis Rent a Car comprou 6.000 automóveis 0 km da GM, ampliando a sua frota para 19.000 veículos. Negócio fechado entre os presidentes da GM, Ray Young, e da Avis Brasil, Afonso Celso de Barros Santos. |
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Boa tacada
A Volkswagen Caminhões e Ônibus fechou a maior venda de sua história a um único cliente, o Grupo Rubanil, um dos maiores no transporte urbano do Rio de Janeiro, que comprou 365 ônibus da linha Volksbus 2007 (VW 15.190 EOD e o VW 17.230 EOD). |
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Volkswagen
Gilberto dos Santos despediu- se da Daimler-Chrysler, onde ficou por 16 anos, como Supervisor de Relações com a Imprensa, e foi para a assessoria
de imprensa da Volkswagen. |
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Novo posto
Manuel Corrêa é o diretor-geral da Saint-Gobain Sekurit (Mauá/SP), uma das principais fabricantes de vidros para a indústria automobilística do País. |
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Citroen desafia
O C4 Pallas não tem medo dos rivais
Corolla, Honda, Vectra e Fusion. |
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Como decidir na compra entre os 5 modelos de sedãs médios existentes no Brasil a partir de setembro? É que neste mês chega às concessionárias o novo lançamento da Citroen, o C4 Pallas com suas armas: design moderníssimo, motor potente a gasolina, amplos espaços internos ao preço inicial de R$ 64.990 (o top de linha, R$ 80.990). Fabricado na fábrica argentina de Palomar, com 60% de peças locais, oferece o maior porta malas da categoria - 580 litros -, sensores de estacionamento na parte dianteira e traseira, bancos com revestimento em couro preto e veludo no teto e um sem número de itens para encher os olhos na versão Exclusive, a mais cara. |

Nívea Morato |
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Motor a gasolina de 2,0 litros, 16 válvulas e 143cv. Batizada de GLX, a versão mais simples tem câmbio manual, com opção de caixa automática de acionamento seqüencial. Na lista de itens de série há rodas de liga leve com pneus 215/55 R16, duplo airbag, ABS, som com MP3 e computador de bordo.
Uma interessante campanha de lançamento em portais de notícias mostrava suposto choque do asteróide Pallas com nosso planeta, levando os acessos às page views da Citroen, e assim funcionou o Buzz Marketing, explica Fábio Brandão, diretor de Criação do Banco de Eventos, responsável pelas ações. Nívea Ferradosa Morato, diretora de marketing da Citröen, diz ter ficado impressionada da rapidez com que a notícia correu a internet, pois a intenção era fazer barulho, mas não imaginava uma reação tão forte. Nos próximos meses tem mais... |
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