A Odebrecht atuará desde a produção e moagem de cana até a venda dos produtos finais, passando pelas etapas de logística e transportes, além de atuação no comércio no Brasil e no exterior. Após a análise de vários setores, exerceram papel decisivo na definição do novo ramo de negócio o seu expressivo potencial de crescimento, em níveis nacional e internacional, e as vantagens competitivas e de liderança do Brasil nesse segmento.
Serão criados núcleos concentrados de produção de cana e instalações de usinas (clusters), e em decorrência da proximidade geográfica, o modelo permite a redução de custos na produção, transporte, logística e comercialização, otimizando os resultados. Alinhar a ampla experiência na gestão e suporte de recursos da Odebrecht com a de seus executivos nesse ramo específico são dois diferenciais para dar credibilidade ao negócio e ganhar o mercado, garante Sampaio.
As usinas receberão a mais moderna tecnologia de produção, com maquinários de última geração e com os cuidados sócio-ambientais, uma norma de procedimento em acordo com a política de todas as empresas da Organização Odebrecht. A forma de gestão da Organização, que privilegia a governança corporativa e as melhores práticas de gestão e negócios, constituem o nosso diferencial perante a concorrência, conclui o Diretor.
Para que as condições conjunturais e de mercado favoráveis pudessem ser amplamente aproveitadas e potencializadas, a Organização optou por empresários-parceiros com expertise no ramo: Clayton Hygino de Miranda, Zenilton Rodrigues de Mello, Roger Maynard Haybittle, Eduardo Pereira de Carvalho e Luiz Pereira de Araújo Filho.
Quem são - Miranda, 51 anos, engenheiro químico com MBA em Administração de Negócios na Universidade Mackenzie. Foi vice-presidente e presidente da Coimex Trading Company (empresa brasileira exportadora de commodities agrícolas, como açúcar, álcool, café, milho e carne). Especializado em legislação comercial internacional, integra a Câmara Setorial de Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura.
Mello, 53 anos, entrou aos 14 no Banco Nacional. Trabalhou na General Motors do Brasil e Unilever (14 anos) onde foi diretor financeiro divisional, no Brasil e no exterior. Participou da reestruturação financeira da Chocolates Garoto, Pirelli Cabos, Vicunha e Grupo Abril. Vice-presidente administrativo-financeiro da Coimex Trading, onde atuou no desenvolvimento de negócios. Administrador de Empresas pela Fundação Lusíadas de Santos, graduou-se em Psicologia pela Faculdades Metropolitanas Unidas, com cursos de especialização em finanças, marketing e TI na Grã-Bretanha, Estados Unidos, Itália e Brasil.
Haybittle, 44 anos, tem experiência de 20 anos em commodities na Cargill, Louis Dreyfuss e Copersucar. Em 7 anos na Coimex Trading, foi diretor de açúcar e álcool. Atuou no comércio internacional, desenvolvimento de joint ventures, em parcerias e administração de ativos industriais no exterior, sendo administrador de empresas pela PUC gaúcha.
Carvalho, 69 anos, economista pela FEA-USP, onde foi professor de Macroeconomia Programação Econômica, Planejamento Governamental e Economia Brasileira. Ex-coordenador da Assessoria Econômica do Ministério da Fazenda (1970/1974), secretário da Agricultura e Abastecimento de São Paulo (1979/1980) e secretário-geral do Ministério da Fazenda (1980/1981). Ocupou diretorias da Vale do Rio Doce, Banespa, Prever Previdência Privada, Banco Safra, Agroceres., Continental Banco, e presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
Araújo, 41 anos, está na Odebrecht há 19 anos onde entrou como trainee do Projeto Transporte de Massa de Salvador/Programa Jovem Parceiro. Administrador de empresas pela UCSAL, Master em Finanças pela PUC-RJ e Executive MBA do IMD, em Lausanne/Suíça. Foi gerente administrativo/financeiro no Brasil, diretor administrativo/financeiro das subsidiárias da Odebrecht na África do Sul, Angola e Portugal e este ano faz parte do Programa de Açúcar e Álcool da empresa. |