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Nova
fábrica
Aracruz Celulose poderá investir mais US$ 900 milhões
em outro projeto na Bahia |
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Até o final deste ano estarão concluídos
os estudos e levantamentos técnicos nos
estados da Bahia, Espírito Santo, Minas
Gerais, Rio Grande do Sul, Amapá e Pará,
para definir a localização de uma
nova fábrica de celulose branqueada no
Brasil, com investimentos em torno de US$ 900
milhões, cuja construção
começará em 2008 para funcionar
a pleno vapor em 2011. Poderá ser repetida
a joint-venture entre a Aracruz e a Stora Enso
que criou a Veracel, empresa responsável
pela implantação de uma unidade
de celulose na cidade de Eunápolis, no
sul da Bahia e onde serão colocados recursos
da ordem de US$ 1,300 bilhão.
São considerados pontos importantes para
a localização da nova unidade uma
forte base florestal, fontes energéticas,
proximidade de um porto para escoamento da produção
e concreta política de incentivos fiscais.
O estado da Bahia que já consolidou um
pólo produtor de celulose - a Bahia Sul,
do Grupo Suzano Feffer, pretende duplicar sua
produção na fábrica de Mucuri
- apesar de ainda dispor de áreas dedicadas
ao reflorestamento com eucaliptos, sente-se prejudicada
com o projeto apresentado por José Sarney,
criando uma mega Zona Franca que engloba o Amazonas,
Pará, Amapá e Acre.
A Aracruz - Empresa líder mundial na produção
de celulose branqueada de eucalipto, quinta maior
exportadora do país - totaliza 242 mil
hectares de plantios próprios, mais 121
mil hectares de reservas nativas, mantém
um Programa de Fomento Florestal de 53 mil hectares
com 2,6 mil produtores rurais e em 2005 tornar-se-á
auto-suficiente de madeira. Sua produção
hoje é de 2 milhões de toneladas/ano
de celulose e já em 2005 acrescentará
mais 300.000 de 1 milhão que sairão
da Veracel quando totalmente concluída.
Em 2003 registrou um lucro líquido de R$
870,2 milhões (em 2202, apenas R$ 12,1
milhões), os investimentos em capital totalizaram
R$ 627,9 milhões, adquiriu o complexo industrial
da Riocell/RS (US$567 milhões) e aumentou
sua participação acionária
em 5% na Veracel (US$ 10 milhões). |
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Carlos Aguiar,
presidente da Aracruz, e os diretores João
Felipe Carsalade, Walter Lídio Nunes e Isac
Zagury, apresentaram os resultados de 2003 |
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Pneus
Continental disputará mercado com a Pirelli, Michelin, Goodyear
e Bridgestone/Firestone |
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Dentro do seu plano global de expandir as atividades em países
que ofereçam baixo custo de produção e alta
taxa de crescimento, a Continental AG investirá mais de 250
milhões de euros na nova fábrica de pneus a ser construída
a partir do próximo semestre, em Camaçari (BA). Quando
concluída a sua segunda fase em 2008, estará produzindo
8 milhões de unidades, representando faturamento anual em
torno de US$ 290 milhões. Uma das quatro principais fabricantes
de pneus do mundo, chegou ao final do ano passado com uma produção
de 91 milhões de unidades para carros de passeio, e 5,4 milhões
de pneus de carga, ocupando a liderança no mercado alemão
e o segundo lugar entre os pneus mais comercializados na Europa.
Estimando absorver 1,2 mil empregos diretos, a nova fábrica
destinará 80% dos 7 milhões de pneus para automóveis
e 1.000 milhão para veículos comerciais, aos países
integrantes do Nafta, ampliando assim sua presença na região
em 30%, dentro de um mercado que aumentará 11%, chegando
a 382 milhões de unidades num prazo de 4 anos. O Grupo Continental
emprega mais de 64 mil pessoas, registrou no ano passado um faturamento
da ordem de US$ 11,4 bilhões nas 21 fábricas de pneus,
40 unidades produtoras de correias, mangueiras e coxins, além
de outras 16 plantas de freios, localizadas em diversos países,
entre os quais Alemanha, Áustria, Argentina, Equador, Bélgica,
França, Itália, México, Portugal, Espanha,
Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.
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Renato Sarzano |
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Renato
Sarzano, diretor-superintendente de Operações da Continental
na América Latina, adianta que a planta industrial ocupará
uma área de 800 mil metros quadrados, e será integrada
por um armazém de matéria-prima, sala de misturação,
áreas de produção de pneus para veículos
de passeio e de pneus para caminhões, armazém de distribuição,
subestação e caldeira, área social, apoio médico,
vestiários, setor administrativo, utilidades, portarias e
estacionamentos para veículos de passeio. Na primeira fase,
o projeto terá 700 empregos diretos na implantação
da unidade de produção de pneus de carros de passeio,
cuja previsão de início das obras é junho próximo.
A partir de junho de 2006 começa a fase de expansão
do complexo industrial, quando a empresa passará a produzir
também pneus para caminhões, empregando mais 500 funcionários,
aproximadamente.
Através da Sudic o governo baiano executará os serviços
de terraplenagem de uma área suficiente às duas primeiras
fases de implantação da empresa, implantará
o sistema para drenagem de águas pluviais, disponibilizará
até a porta da unidade industrial uma linha de distribuição
e uma subestação, um poço tubular profundo
para assegurar o fornecimento de água, e uma linha de telecomunicações,
incluindo cabeamento. Também realizará as obras de
acesso à fábrica (rua pavimentada com sinalização
viária vertical e horizontal, asfaltamento nas ruas vizinhas,
dotadas de calhas de drenagem e guias), iluminação
pública e seu entorno, além de toda a cerca.
No Brasil - Desde 1997 no país, a Divisão Pneus da
Continental responde por 44,7% do faturamento, onde atende, através
dos seus 400 pontos de vendas, os veículos da BMW, Ford,
Mercedes-Benz, Porsche e VW/Audi, líder na fabricação
de sistemas de freios, componentes de chassi, produtos eletrônicos
para veículos, pneus e elastômeros. |
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Ouro
Empresa
canadense reabrirá mina em Jacobina |
A mina de ouro da Mineração
Jacobina, que pertencia a canadense William Resources e foi adquirida pela
Desert Sun Mining Corporation (DSM), voltará a funcionar no próximo
mês de outubro, estimando produzir três toneladas anualmente,
durante 30 anos de exploração, proporcionando um faturamento
de US$ 40 milhões.
Stan Bharti, presidente da empresa, disse que a crise no setor, em 1998,
levou ao fechamento da mina, mas a alta nos preços internacionais
(US$ 400/onces) reativou os negócios, levando a DSM a colocar US$
35 milhões na unidade baiana, dos quais US$ 5 milhões em pesquisa
geológica.
Existe interesse dos canadenses em investir futuramente na Bahia em projetos
minerais envolvendo níquel, cobre e zinco. O investimento inicial
é de R$ 30 milhões, que pode chegar a R$ 100 milhões.
Na fase atual de implementação do projeto, a empresa já
emprega 150 pessoas. "Com a entrada em operação da jazida,
serão mil empregos diretos", disse o vice-presidente de operações
da DSM no país, Kurt Menchen. A unidade inicia pré-produção
em outubro, com previsão de atingir plena capacidade em fevereiro
de 2005. Além dos empregos diretos, os projetos da empresa prevêem
100% de aquisição de insumos na Bahia. |
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