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Caixa garante R$ 13,53 bilhões para financiamentos em 2006
Em janeiro foram contratados mais de R$ 220 milhões, um incremento de 70% em relação ao mesmo período do ano passado. |
O ano de 2005 foi definitivamente da habitação na Caixa Econômica Federal, que em 12 meses contratou mais de R$ 10,6 bilhões em habitação e desenvolvimento urbano. Somam-se aos R$ 8,8 bilhões financiados, R$ 228 milhões do consórcio imobiliário e outros R$ 1,6 bilhão do Orçamento Geral da União repassados para ações de desenvolvimento urbano dos vários ministérios.
Este valor, acrescido dos R$ 4,5 bilhões investidos no setor privado, revela um ano extraordinário para a habitação no País - R$ 13, 53 bilhões. O resultado, somente dos recursos contratados pela Caixa (mais de R$ 9 bilhões) é o maior investimento em habitação dos últimos dez anos e o montante representa mais de 41% do que o realizado em 2004 (R$ 6,4 bilhões).
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Jorge Mattoso |
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Somente em propostas de financiamento de imóvel na planta, com recursos do FGTS e SBPE e para o Programa de Arrendamento Residencial, o banco possui em análise R$ 4,2 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,5 bilhão são projetos para a contratação imediata dos empreendimentos no mercado. Serão retomados os financiamentos para a classe média com recursos da poupança, dentro das regras do SFH, e que estavam suspensas desde 1992 em virtude de uma situação de sobreaplicação, em relação aos limites de direcionamento básico estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional.
Para o presidente da Caixa, Jorge Mattoso, foi resultado dos avanços no marco regulatório, da política habitacional do Governo e do esforço concentrado do banco para facilitar o acesso dos brasileiros à moradia. Exemplificou a realização dos feirões da casa própria, as mudanças nos critérios de avaliação de risco de crédito e novos produtos, com menores juros e maiores prazos, além da nova linha de crédito com recursos da poupança.
O setor produtivo também foi beneficiado com uma flexibilização na análise de risco das construtoras e a ampliação do teto para a aquisição de imóvel na planta.. |
Orla de Salvador
De Amaralina à Praia de Armação, um novo visual |
Começam em fevereiro as obras de reforma e revitalização dos espaços públicos compreeendendo 5,3 km de um dos trechos mais bonitos da capital baiana, hoje sofrendo amplo processo de degradação ambiental e paisagístico em toda sua extensão. No valor de R$ 23,5 milhões, serão realizadas em três etapas com recursos do BID/Prodetur e governo do Estado, para executar projetos paisagísticos, reforma de praças, construção de calçadões e ciclovias.
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Ivan Leão confiante no projeto da Orla |
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O Largo das Baianas (Amaralina) será reformado, integrado ao calçadão e melhorias na urbanização. Daí até a Praça Nossa Senhora da Luz (Pituba) será construído um calçadão de cinco metros de largura, escadas e rampas para acesso à praia, nova pavimentação dos passeios, iluminação e sinalização das ruas internas da primeira quadra, entre as avenidas Manoel Dias da Silva e Otávio Mangabeira, além de uma ciclovia entre o Clube Português e o Jardim dos Namorados.
A ponte sobre o Rio Camurujipe receberá uma terceira faixa e passeio no sentido Itapuã/Centro e a partir do Jardim dos Namorados, o calçadão e a ciclovia continuam até a passarela do Parque Costa Azul. Uma ciclovia será implantada, a avenida alargada com a retirada do canteiro central e o tráfego modificado. Os veículos que se direcionam para o Centro seguirão direto pelo restaurante Boi Preto para utilizar a pista interna que passa atrás dos hotéis e restaurantes existentes na área, tendo diversos imóveis desapropriados para a sua passagem. Haverá também iluminação especial, redesenho das balaustradas e novo projeto para as barracas da orla. Não está definido ainda o destino final das ruínas do Clube Português, hoje abandonado, provocando um aspecto de sujeira e decadência.
Bahia Suítes - Responsável pelo primeiro empreendimento de porte na área a sofrer a intervenção paisagística e de infra-estrutura a ser efetuado pela Conder, o empresário Ivan Leão vê com bons olhos o crescimento econômico da orla, que privilegiará a implantação de projetos à altura das necessidades da cidade, seus moradores e visitantes. Está construindo, em frente ao Jardim de Alá, um flat com 220 apartamentos de 1 a 3 quartos com varanda, oferece 16 opções de plantas, piscina olímpica com 4 raias, fitness e business center, espaço gourmet, restaurante com especialidade internacional e mais os serviços pay-per-use. O projeto arquitetônico é de Carlos Campelo e de interiores a cargo de Márcia Meccia. |
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Abrindo fronteiras
Maurizzio Bastianelli, Eduardo Pedreira (Odebrecht) e Josinha Pacheco fecharam parceria com a Optimum (Barcelona), Luxus e Intercim (Portugal) para a comercialização das 175 casas do Grande Laguna Quintas de Sauípe. |
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Problemão
No Rio de Janeiro, lei municipal obriga todos os prédios com elevadores a colocar gerador de energia e os condomínios devem colocar placas avisando os moradores. As sanções são pesadas. |
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Conforto no porto
O Sindetur/Ba fez um bom trabalho na área cedida pela Codeba para embarque e desembarque de passageiros dos transatlânticos. Com poucos recursos, o presidente José Baracho Schmalb conseguiu implantar uma central de internet grátis, casa de câmbio e lojas de souvenirs.
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Bee2000
Max Costa e Luiz Calmon ampliam a atuação da nova empresa de administração de imóveis. Ganharam o contrato para fazer a gestão do Condomínio Morada dos Cardeais. |
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Na cadeia
Projeto do senador Paulo Octavio (ACM é o relator) aumenta a pena de reclusão (2 para 8 anos, podendo chegar aos 10) para o responsável por loteamento irregular (informações falsas, desmembramento não aprovado pelos setores competentes, registro do compromisso de compra e venda, cessão de direitos ou contrato de venda falso). |
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Edifício inteligente
A Carrier, líder mundial no setor de ar condicionado, em parceria com a EJR Engenharia, inaugurou o Carlos Gomes Center, em Porto Alegre, onde implantou o conceito de "eficiência energética", um sistema capaz de climatizar diferentes andares conforme o número de pessoas presentes. Foram investidos R$ 1,2 milhões em equipamentos de climatização e automação da Carrier, o que possibilitará uma economia de até 20% em energia. Outra grande vantagem é o gasto proporcional, pois o custo é rateado entre os usuários, baseado no consumo individual monitorado pela automação. Paga-se proporcionalmente ao seu uso de climatização. |
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