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Fraudes
Mais
de 1,2 milhões de carros clonados e adulterados nas cidades
brasileiras |
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O brasileiro não se preocupa muito com a procedência
e o histórico de carros adquiridos fora das concessionárias
e o resultado disso é que dos 25 milhões de
veículos nacionais e importados em circulação
no País, cerca de 1,2 milhões estão em
situação irregular. Boa parte deles são
clonados ou têm adulteração de placa e
chassi. O alerta é de Mário Cássio Maurício,
diretor da Checkauto, empresa especializada em sistemas e
serviços de segurança veicular.
Uma média de mil veículos é furtada ou
roubada diariamente no Brasil, dos quais 48% recuperados pela
polícia, 7% contrabandeados para o exterior, 15% vão
para desmanches e os 30% restantes realimentam o mercado de
veículos clandestinos. A solução para
se combater o negócio de carros roubados e diminuir
a irregularidade é investir cada vez mais em produtos
e serviços que informem a população sobre
o histórico e a procedência dos veículos.
A empresa lançou no mercado uma caneta, do tamanho
de uma esferográfica, capaz de detectar se um carro
está com a pintura original intacta ou se foi repintado.
Idealizada pelos técnicos da Checkauto, o aparelho
tem um dispositivo que mede com exatidão quais as partes
do veículo foram repintadas, facilitando o trabalho
de comercialização dentro das concessionárias
e lojas de automóveis.
Pequena e leve pode ser transportada até no bolso da
camisa e sua utilização é bastante simples,
bastando encostar e puxar a ponta da caneta na lataria do
veículo. Um cilindro interno se move e indica o estado
da pintura: verde, amarelo e vermelho. Se o cilindro apontar
para a cor verde, a pintura é original, no amarelo,
indica que o carro recebeu, naquela área do teste,
um reparo leve, e se aparecer vermelho, é sinal de
que aquele ponto está coberto de uma grossa camada
de tinta. Nos pontos de massa plástica, a caneta não
adere à lataria do carro, o que revela naquela área
o uso de massa. Para se obter um resultado mais preciso da
medição, é aconselhável que a
caneta seja aplicada em diferentes parte de uma mesma peça. |
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Ford
O novo porto da Ford na baía de Aratu receberá o nome
de Miguel Oliveira, ex-diretor da empresa na Bahia, morto em acidente
rodoviário. Construída pela Odebrecht, com recursos
do governo baiano, o terminal está pronto e sua inauguração
depende de algumas licenças ambientais. |
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Nova concessionária
A Ford ganha mais um parceiro em Salvador com
a inauguração da Jubiabá, localizada na Avenida
Barros Reis. O mercado precisa ser sacudido. |
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Leva-e-traz
Os clientes da Danton Peugeot contam com um serviço
de transporte terceirizado que o leva e traz da concessionária
para qualquer local de Salvador, ao preço de R$ 11 a corrida.
Idealizado por Felipe Macedo que pretende estender a novidade a
outras empresas situadas na Avenida Paralela.
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Reprovadas
O Centro de Experimentação e Segurança Viária
(Cesvi) fez uma pesquisa de qualidade nas 22 principais oficinas
de Salvador, incluindo as concessionárias. Foram aprovadas
com a nota máxima apenas quatro: Santa Cecília (Barros
Reis), Saveiro (Stela Maris), Saveiro Veículos (Frederico
Pontes) e Tonicar (Rua João Pimenta Bastos). |
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| Jet
Ski
Ainda não será desta vez: o Tribunal de Justiça
negou apelação do Estado do Paraná que pretendia
cobrar o Imposto de Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
dos proprietários destes aparelhos |
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Peças
Concessionárias cobram 620% a mais dos seus clientes |
Proprietários
de veículos no Brasil estão assustados com o valor
de peças e acessórios praticados pelas concessionárias,
que chegam a cobrar até 620 por cento daquele pago por elas
nas fábricas. Ninguém se atreve, hoje, a deixar seu
veículo em uma concessionária e autorizar os serviços
– mesmo os de revisão – sem ter em mãos
um orçamento.
O problema agora atingiu níveis tão exorbitantes que
as montadoras estão respondendo na Justiça uma ação
civil pública movida pelo promotor Geovane Serra Azul, do
MP de São Paulo contra as empresas Volkskswagen, General
Motors, Fiat e Ford a fim de obrigá-las a reduzir os preços
das peças vendidas por meio das concessionárias, que
são obrigadas, por um acerto interno, a adquirir 70 por cento
das peças diretamente das montadoras.
A ação de 64 páginas, assinada pelo promotor
de Justiça do Consumidor, Gilberto Nonaka, cita números
da promotoria que passou dois anos ouvindo fabricantes de peças,
de automóveis e concessionários. O trabalho envolveu
até a participação do Instituto de Pesquisa
Tecnológica (IPT), da USP, para comparar a qualidade entre
peças ditas originais das montadoras e as de lojas no varejo.
A Federação Nacional da Distribuição
de Veículos (Fenabrave), que representa as 4.800 concessionárias
do país, recorreu ao MP depois de um mal-sucedido pedido
de intervenção da Secretaria de Direito Econômico
(SDE) cinco anos atrás. As montadoras aguardam a decisão
judicial para falar sobre o assunto. |
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Carro quebrado, prejuízo certo |
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Elétricos
Engenheiro
quer utilizar bicicletas e carros |
Proprietário
de um veículo elétrico da marca Suzuky, importado da
Califórnia, o industrial e engenheiro Felício Sadalla
conseguiu adaptar o motor do carro para uso de baterias nacionais
e utilizá-lo pelas ruas e avenidas de São Paulo, quando
o deslocamento envolve pequenas distâncias. Defende a utilização
de bicicletas e carros elétricos como solução
do caos do trânsito e o uso de motores elétricos nas
balsas que fazem pequenas travessias.
Podendo atingir 25 km/h contra os atuais 15 km/h de velocidade dos
automóveis no trânsito a bicicleta elétrica já
foi desenvolvida em vários países e existem kits (US$
200) para serem adaptados nas bicicletas convencionais, contendo uma
bateria compacta, semelhante a de uma motocicleta, permitindo o uso
do motor elétrico nas subidas e nos movimentos que peçam
maior força do usuário. |
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Vendas
1,578
milhão de unidades vendidas |
As vendas de automóveis,
caminhões e ônibus em 2004 alcançaram 1,578 milhão
de unidades, um crescimento de 10% em relação ao ano
anterior e o melhor resultado desde 2002, segundo a Fenabrave (Federação
Nacional da Distribuição de Veículos Automotores),
com base em informações do Renavan (Registro Nacional
de Veículos Automotores) de emplacamentos. Somente em dezembro
foram vendidos 178 mil veículos, 30,6% a mais do que no mesmo
mês de 2003.
A participação de mercado da GM foi a maior no acumulado
do ano, de 24,51%. Em seguida vêm Fiat (23,77%), Volkswagen
(22,16%) e Ford (10,93%). Por modelo, as vendas do Gol tiveram a maior
participação, de 14,07%; as do Fiat Palio, 10,19%, e
do Corsa, 9,94%. No caso dos comerciais leves (modelos esportivos),
os de maior participação foram o Ecosport (17,57%),
o Fiat Strada (13,48%) e o Montana (9,77%). |
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