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Retalhado
Senadores
e deputados querem dividir o Brasil em mais 15 estados
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Além da Bahia, também Mato
Grosso, Pará, Ama-zonas, Pernambuco, Maranhão e Piauí
poderão perder grandes áreas físicas, reduzindo
seus territórios, se os projetos que prevêem novo ciclo
de divisão política e administrativa do país
forem aprovados dentro do Senado e Câmara Federal. A maioria
das propostas leva a assinatura do ex-ministro das Comunicações
de FHC, deputado Pimenta da Veiga, que espera vê-las em vigor
a partir de um único projeto de decreto legislativo.
Já estão sendo examinadas iniciativas de parlamentares
que criam 15 estados e um território federal nas regiões
Norte e Centro-Oeste, os quais, caso sejam aprovados, ampliariam
o fracionamento da representação política federativa,
acrescendo 128 novos deputados federais e mais 32 senadores ao atual
quadro do Congresso, que é composto por 594 parlamentares.
Outro efeito nocivo é o aumento das despesas públicas,
sobretudo por parte da União que teria obrigação
de custear a instalação e manutenção
da burocracia governamental desses estados, representando 16 novas
Assembléias Legislativas, com 384 vagas para deputado estaduais,
acompanhadas por 16 Tribunais de Justiça, igual número
de Tribunais de Contas e de estruturas para o Ministério
Público. |
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| A
SALADA TERRITORIAL BRASILEIRA |
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ESTADO |
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NOVOS |
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Mato
Grosso
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Mato
Grosso do Norte, Aripuanã e Araguaia |
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| Pará |
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Carajás,
Xingu e Tapajós |
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| Amazonas |
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Rio
Negro, Solimões, Juruá, Uirapuru e
Madeira |
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| Bahia |
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Rio
São Francisco |
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| Piauí |
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Gurguéia |
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| Pernambuco |
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Fernando
de Noronha (território federal) |
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| Maranhão |
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Maranhão do Sul |
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Fontes:
Senado Federal e Câmara dos Deputados
*Projetos para desmembramento, em exame na Câmara
e no Senado |
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| OS
NOVOS MUNICÍPIOS |
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COMPANHIAS |
1991 |
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2000 |
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Crescimentos
(%) |
| Até
5.000 habitantes |
740 |
1.382 |
86,8 |
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| De
5.001 a 10.000 habitantes |
1.055 |
1.382 |
24,0 |
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| De
10.001 a 20.000 habitantes |
1.299
|
1.384 |
6,5 |
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De 20.001 a 50.000 habitantes |
926 |
963 |
4,0 |
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| De
50.001 a 100.000 habitantes |
284
|
29 |
5,3 |
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| De
100.001 a 500.000 habitantes |
162
|
194 |
19,8 |
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| Mais
de 500 mil habitantes |
25
|
31 |
24,0 |
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Fontes:
Senado Federal e Câmara dos Deputados
*Projetos para desmembramento, em exame na Câmara
e no Senado |
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| Já
receberam sinal verde dentro de algumas Comissões do Congresso
a instalação do estado do Rio São Francisco,
por desmembramento da Bahia; do Gurguéia (Piauí);
do Mato Grosso do Norte (Mato Grosso); do território federal
de Fernando de Noronha (hoje pertencente a Pernambuco), Aripuanã
e Araguaia (Mato Grosso), Carajás, Xingu e Tapajós
(Pará), Rio Negro, Solimões, Juruá, Uirapuru
e Madeira (Amazonas).
Escândalo - Parte da pressão pela criação
de uma dezena e meia de novos estados deriva de conflitos políticos
estaduais acirrados a partir do nascimento de 1.070 novos municípios
na última década, sendo que 610 não passam
de cinco mil habitantes e suas existências refletem a expansão
do povoamento do interior do país. O número de municípios
desse porte cresceu 86,8% entre 1991 e 2001 - informa o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no livro "Indicadores
Sociais Municipais". Só no Rio Grande do Sul, em 10
anos, surgiram164 novos municípios (de 333 para 497) enquanto
que o Piauí, que até 1991 era dividido em 118 cidades-sede,
conta agora com 222. |
Previdência
Juízes
do trabalho criticam declarações do Ministro
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Se vai dar tempo,
não se sabe, mas o fato é que a Comissão de
Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do
Senado aprovou requerimento de informações sobre denúncias
de irregularidades em projetos financiados pelo Banco do Nordeste
(BNB), no período entre 1995 e 2002, conforme solicitação
dirigida ao ministro da Fazenda, Pedro Malan, pelo senador Eduardo
Suplicy (PT-SP).
O senador Ademir Andrade (PSDB-PA) concordou em seu relatório
com a importância das informações solicitadas
por Suplicy para identificar as causas de alguns ralos que permitem
a drenagem de recursos públicos, porém restringiu
o seu pedido de informações apenas aos empréstimos
com valores que ultrapassem R$ 300 mil. |

Juiz Hugo Melo Filho |
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| Byron
de Queiroz, presidente do BNB, e mais seis diretores são
acusados de improbidade administrativa e em outra ação
criminal por crimes contra o sistema financeiro e formação
de quadrilha em processos de autoria do Ministério Público
Federal. O juiz da 5ª Vara da Justiça Federal do Ceará,
Antônio Carlos de Martins Mello, onde tramita uma das ações
cíveis, alertou, na semana passada, os acusados para o risco
de uma modificação estatuária no atual contexto,
diante de uma convocação de AGE.
Os bens móveis e imóveis, inclusive contas bancárias,
de Byron Queiroz e dos outros seis acusados continuam indisponíveis,
desde o último dia 18 de novembro, por liminar da Justiça,
sendo também réus Ernani José Varela de Melo,
Osmundo Evangelista Rebouças, Raimundo Nonato Carneiro Sobrinho,
Antônio Arnaldo Menezes, Ivo Ademar Lemos e Marcelo Pelágio
da Costa Bonfim.
O pedido de afastamento imediato dos acusados da direção
do BNB, tendo em vista a indisponibilidade dos seus bens, continua
tramitando na 12ª Vara da Justiça Federal, depois que
o juiz resolveu transferir a decisão. |
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Astros
Embora as eleições tenham ocorrido a três meses,
uma feiosa placa com as propagandas eleitorais dos deputados Pedro
Irujo e Carlos Gaban continua incólume na entrada da paradisíaca
Praia do Forte. Há quem diga que permanecerá no local
indefinidamente, mesmo que os poderosos assim não a queiram. |
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Ungido
Muita gente que abandonou Benito Gama, por ter perdido a disputa eleitoral,
agora corre atrás dele, entoando loas. Seu nome foi indicado
para assumir a cobiçadissima Diretoria de Habitação
da Caixa Econômica Federal, verdadeira dona da chave do cofre. |
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Muita
fome
O jantar de adesão para homenagear o ministro do Trabalho,
Jaques Wagner, fechou com mais de 50 pessoas na fila de espera, todos
ávidos para prestigia-lo. Wagner, sem dúvida, foi até
agora, com corajosas propostas, o mais polêmico integrante do
governo Lula e será a pedra de toque na discussão do
novo Salário Mínimo, a vigorar em maio. |
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Em alta
José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana, está sendo
apontado como o melhor administrador municipal da Bahia. Apesar de
contar com poucos recursos, está transformando a maior cidade
do estado num oásis. |
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Nas nuvens
Antônio Imbassahy, prefeito de Salvador, não conseguiu
disfarçar sua timidez ao ouvir de Rubens Aprobbato, presidente
da Ordem dos Advogados da Bahia, que estava acompanhado de ma | |