Equador exige US$ 3,6 bilhões para não extrair petróleo em área de preservação ambiental da da Amazônia
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O Parque Nacional Yasuní – uma área indígena considerada a mais biodiversa do mundo - está ameaçada pela decisão do governo equatoriano extrair petróleo na região, jogando 410 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera. Por enquanto já recebeu US$ 116 milhões doados pelo ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, os astros do cinema Leonardo DiCaprio, Edward Norton e Bo Derek, governo italiano com o perdão de uma dívida de US$ 51 milhões do País, Turquia, Chile, Colômbia e Geórgia (US$ 100 mil, cada), Peru (US$ 300 mil), Austrália (US$ 500 mil), Espanha (US$ 1,4 milhão) e Bélgica (US$ 2 milhões). Até mesmo o presidente Rafael Correa, de forma inusitada, doou US$ 40 milhões, mas não pode impedir a perfuração do poço em uma região de apenas 1 hectare – onde vivem duas tribos cercadas de 550 espécies de aves, 200 de mamíferos, 47 de anfíbios, 655 de árvores, 2.000 de peixes e 10.000 de insetos – que desde 1989 é uma Reserva Mundial da Biosfera da Unesco. Não foi divulgado o nome da empresa que pretende fazer a exploração.
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