|
Mamona
Bahia
será o maior fornecedor do país para uso na produção
de combustível |
|
Com uma produção de 126,5 mil toneladas de mamona/ano
em uma área de 142 mil hectares na região semi-árida
(safra 2004/2005), a Bahia é o maior produtor de mamona
do país, e poderá nos próximos três
anos alcançar 282 mil hectares, ao incrementar em mais
140 mil hectares a área plantada, ser o maior fornecedor
de mamona do país para a produção de
biodiesel. Esta perspectiva será viabilizada a partir
do Projeto de Desenvolvimento da Lavoura Familiar de Mamona,
que beneficiará seis mil famílias de pequenos
produtores em 190 municípios já zoneados para
o cultivo.
É um biocombustível renovável e biodegradável
usado como aditivo para motores de combustão interna
com ignição por compressão, obtido a
partir de fontes renováveis, derivado de óleos
de plantas agrícolas ou de gorduras animais, e é
ecologicamente recomendável. Vem de um processo de
transexterificação, que consiste na utilização
do óleo vegetal misturado ao álcool etílico
ou metílico e mais um catalisador, podendo ser o hidróxido
de sódio ou e potássio. Dessa reação
saem dois produtos, o biodiesel e a glicerina, sendo que para
cada 100 litros de biodiesel produzido são retirados
10 litros de glicerina. No processo também consta a
desumificação do óleo, ou seja, a retirada
de água em forma de vapor. |
|

Pedro Barbosa, secretário da Agricultura da Bahia |
| |
|
|
|
| Para a exploração
comercial do biodiesel, a Petrobrás já está montando
no Nordeste uma indústria com capacidade de 10 toneladas/dia,
onde foi observada, para a escolha da localidade, a estrutura da empresa
na exploração do diesel comercial. Protótipo
de uma usina de biodiesel, com capacidade de produção
de 20 litros/hora, de combustível, inclusive com demonstração
da utilização do óleo em cem por cento, em um
veículo de carga já foi montado pela EBDA. |
|
|
 |
Vibrac System
As obras da fábrica em Camaçari começarão
em janeiro e irá produzir isoladores termoacústicos
para automóveis, com investimentos de R$ 10 milhões.
|
|
Pirelli dá milhas
Os clientes das 600 revendas Pirelli de todo
o Brasil para cada R$ 3,00 gastos terão creditada 1 milha
no cartão Smiles. No País desde 1929, onde possui
cerca de 5.500 funcionários e cinco unidades produtivas,
o Grupo é líder de mercado nos diversos setores em
que atua. |
|
Audi
fora?
A queda das vendas da Audi no Brasil despencaram
pela metade (6 mil apenas) e os alemães já pensam
em desativar a produção do A3 na fábrica em
São José dos Pinhais (PR). Leonardo Senna, representante
da montadora, está desesperado.Não estão boas
as vendas da ASudi noe o empresário Leonardo.
|
|
Fora
Mercedes?
A Chrysler-Mercedes Benz em Juiz de Fora está na marca
do pênalti. O prefeito eleito, Alberto Bejani, é contra
a presença da fábrica, que, segundo ele, só
trouxe problemas para a cidade e o Estado, além de vultosas
isenções, prejudiciais ao desenvolvimento local. Vai
brigar na Justiça.
|
|
| Fiat
Uma pick up Fiat Strada Malibu foi a marca de 2,5 milhões
de veículos destinados à exportação,
recorde na indústria automotiva brasileira, desde o primeiro
Fiat 147 exportado, em 1976, significando divisas superiores a US$
8,6 bilhões, para o Brasil, com clientes em mais de 100 países. |
|
| |
|
Fiat
Primeiro veículo inteiramente concebido no Brasil será
lançado em 2005 |
A companhia está
investindo R$ 515,2 milhões em novos projetos na unidade
industrial de Betim (MG), onde mantém o único centro
de desenvolvimento de veículos do grupo fora da Itália,
onde trabalham mais de 500 pessoas, capacitado para produzir da
concepção inicial do veículo até protótipos.
A diretoria do BNDES aprovou financiamento no valor de R$ 120 milhões
para a Fiat Automóveis investir R$ 99,5 milhões no
de desenvolvimento do novo Palio, R$ 20 milhões em melhorias
e modernização da unidade industrial de Betim (MG)
e R$ 500 mil no projeto social na comunidade. Com o investimento,
no total de R$ 515,2 milhões, a empresa desenvolveu o novo
produto com elevado índice de nacionalização
e irá incrementar as exportações para o mercado
sul-americano e mexicano.
Serão executadas obras civis; montagens e instalações,
despesas operacionais, capital de giro, máquinas e equipamentos
nacionais. Os investimentos necessários ao projeto vêm
sendo realizados com recursos da empresa desde 2001. Apesar de terem
sido lançadas, em novembro de 2003, a versão dois
volumes, em junho de 2004, as versões sedan, perua e picape,
o projeto continuará a demandar investimentos até
o final de 2005, para adaptação aos diferentes mercados
externos. As áreas que mais requerem investimentos na linha
de produção são as etapas de estampagem, funilaria
e montagem. |
|
|
| |
|
Vale
Camaçari
com Terminal Multimodal |
A Companhia Vale do
Rio Doce (CVRD) no Complexo Industrial de Camaçari, o Tercam,
novo conceito para a sua área de Logística, área
total de 280.000 m², tendo nesta primeira fase do projeto, capacidade
para movimentação de 100.000 contêineres/ano e
que faz parte dos R$ 400 milhões de investimentos em 2004.
Integra diversos modais de transporte (ferrovia, rodovia e porto),
além de serviços de navegação costeira
e de longo curso e mais um centro de armazenagem e de distribuição
de produtos. O Terminal foi projetado para ampliar a competitividade
e o nível de prestação de serviços para
segmentos de peso, entre eles siderurgia, construção,
produtos químicos e cargas conteinerizadas, como bens de consumo
e autopeças. |
|
|
|
|
|
|
|
Citroën/Toyota
Modelos
projetados em conjunto em 2005 |
Após três
anos de cooperação produtiva, em 2005 começam
as vendas no mercado europeu dos modelos compactos Toyota Aygo, Peugeot
107 e Citroën C1, após o lançamento oficial no
Salão de Genebra, em março. Apesar de compartilharem
diversos componentes estruturais e peças, têm desenhos
exclusivos, que expressam as distintas personalidades de cada uma
das marcas.
Criados em uma plataforma comum, os três veículos serão
produzidos na planta da Toyota Peugeot Citroën Automobile (TPCA),
em Kolín (República Tcheca). O desenvolvimento dos modelos
e a construção da planta foram realizados dentro do
prazo programado pelas duas Companhias, anunciado em julho de 2001.
A fábrica terá uma capacidade produtiva de 300 mil veículos,
sendo 100 mil para a Toyota. |
|
| |
|
|