Dinheiro
CrediBahia
reduz juros e já atendeu 3 mil propostas |
A
partir de agora, os tomadores de recursos através
do CrediBahia, programa de microcrédito
operado pela Desenbahia, em parceria com a Secretaria
do Trabalho e Ação Social (Setras),
apoiado pelo Sebrae e prefeituras, receberão
mais benefícios com a redução
da taxa de juros de 2,5% para 1,8%, tendo também
ampliado o número de instituições
que poderão ser atendidas pelo sistema.
O programa, que já oferecia condições
atraentes, reafirma a sua posição
entre as linhas de crédito de custo mais
baixo do mercado, não cobrando Tarifa de
Abertura de Conta (TAC) e também isenta
o IOF, firmando-se como apoio aos microempresários
no estado da Bahia após um ano e meio de
existência, com um total de mais R$ 2 milhões
aplicados em cerca de 2 mil contratos, que beneficiaram
aproximadamente 3 mil pessoas.
Atua com financiamento direto ao cliente, por
intermédio de seus postos na capital e
no interior, e financiamento indireto, feito via
repasse de recursos a instituições
do terceiro setor especializadas em microcrédito,
nos 17 postos instalados em 16 municípios,
mas o número vem se ampliando de forma
constante, com uma média de duas inaugurações
de novas agências do programa a cada mês.
Estão em funcionamento os postos localizados
em Salvador (Periperi e Cajazeiras), Lauro de
Freitas, Ilhéus, Feira de Santana, Pojuca,
Valente, Valença, Lajedo do Tabocal, Maracás,
Ribeira do Amparo, Paramirim, Barreiras, Teixeira
de Freitas, Teodoro Sampaio, Jequié e Poções.
Inserido na política de geração
de renda e de postos de trabalho do governo da
Bahia, o Programa tem como foco o crédito
produtivo, compreendendo um universo que engloba
camelôs, baianas de acarajé, pescadores,
pipoqueiros e microempreendedores. |
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Vladson Menezes, presidente da Desenbahia |
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Bancos
Márcio
Cypriano, o interlocutor de Lula com os bancos |
Não será
fácil a tarefa de Márcio Arthur Laurelli Cypriano,
o presidente do Bradesco - maior banco privado brasileiro - que
a partir de março também comandará a Febraban
- Federação Brasileira dos Bancos até 2007,
acompanhando exatamente toda a trajetória do mandado presidencial.
É que, além de já ter anunciado como uma de
suas plataformas de trabalho a eficientização dos
bancos, será o principal e confiável interlocutor
das cobranças de Luiz Inácio Lula da Silva com as
instituições financeiras. O Planalto deseja popularizar
e facilitar o crédito para todos os brasileiros de baixa
renda.
Mas Cypriano antecipa o discurso palaciano e coloca como uma de
suas metas levar os bancos uma política de concentrar suas
atenções no atendimento aos clientes e fomentar o
crescimento da economia, financiando comércio, indústria
e a agricultura, resultando maior eficiência e menores custos,
uma economia que pode ser repassada aos clientes sob a forma de
redução de tarifas e de juros. Outra meta é
o aumento da eficiência com a efetivação do
compartilhamento de serviços nas áreas de transporte
de numerário e abastecimento de caixas eletrônicos.
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Márcio Cypriano |
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Brasilprev registra lucro de R$ 36 milhões
A carteira de investimentos da Brasilprev Seguros e Previdência,
até outubro, aumentou 54%, arrecadando R$ 1,155 bilhão,
maior que a obtida em todo o ano de 2002, resultado para Eduardo
Bom Angelo, presidente da empresa, creditado ao esforço
de vendas do acionista e parceiro Banco do Brasil, à
reestruturação dos processos internos, o suporte
tecnológico e operacional do acionista Principal Financial
Group, assim como o crescimento do mercado em geral. Em 2004
espera reconquistar o segundo lugar no ranking de arrecadação,
com foco na segmentação de produtos - hoje a
empresa está em segundo lugar no ranking de carteira
de ativos, com mais de R$ 5 bilhões e em terceiro lugar
no ranking de arrecadação.
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Bradesco
& BCN
Fundado em 1997 e adquirido pelo Bradesco este ano, o BCN
será definitivamente integrado ao grupo no dia 25 de
fevereiro de 2004. O fato já foi comunicado a todos
os correntistas do banco. |
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No ano passado, os bancos associados à Febraban decidiram racionalizar
o transporte de malotes, o que gerou economia de R$ 20 bilhões
anuais. Em 2004, afirma Cypriano, o crédito deve aumentar 25%
em 2004, o juro real ficar em 9%, no máximo, e o dólar,
em R$ 3,15. |
MasterCard
Resultados
cresceram 22,71% nos primeiros 9 meses |
A MasterCard, apesar
da instabilidade da economia, tem crescido no Brasil onde totalizou,
de janeiro a setembro, um faturamento de US$ 6,49 bilhões,
dos quais US$ 2,40 bilhões no último trimestre, um
crescimento de 20,07% em referência ao mesmo período
de 2002. O número de transações também
aumentou significativamente, 17,51% atingindo 296,80 milhões,
tendo emitido nesse tempo 18,7 milhões de cartões
(2,25% a mais). Foram realizadas 104,30 milhões de transações,
um incremento de 16,94%, nos 699 mil estabelecimentos comerciais. |
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