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Varig
Governo
quer acabar com o compadrio dos donos da sua Fundação |
O ministro
Chefe da Casa Civil, José Dirceu quer porque quer colaborar
e conseguir uma saída política para evitar a derrocada
da Varig, mas as áreas jurídicas, administrativas
e financeiras do Governo Lula só admitem qualquer liberação
de recursos se a companhia aérea não reformular a
filosofia que rege a sua holding, dirigida por grupos considerados
de visão ultrapassada, defensores de interesse próprios.
Secretários do Ministério da Fazenda, a Advocacia
Geral da União e até mesmo o ministro do Turismo,
Walfrido dos Mares têm-se posicionado contra qualquer tipo
de ajuda, afirmando que não deve receber dinheiro do governo
e pode ter suas rotas transferidas para outras companhias aéreas.
Por ele, não haverá socorro financeiro para a empresa.
A própria situação financeira da Varig, que
está com o patrimônio líquido negativo, não
permite que a empresa contraia novos empréstimos.
Enfrentando essa turbulência, foi atingida de frente com o
relatório divulgado pelo DAC, que lhe dá o maior índice
de reclamações de passageiros de rotas domésticas
entre janeiro e junho deste ano, relativas ao atendimento, atraso
de vôo, atraso na entrega de bagagem, cancelamento de vôo,
dano à bagagem, extravio de bagagem, overbooking e violação
de bagagem. |
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Carlos Lessa, Presidente do BNDES
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Papai
Noel
A Nordeste Linhas Aéreas - pasmem - ainda existe e paga
anualmente R$ 30 mil a Diretores e Conselheiros. Assim, não
há Varig que agüente.
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Faminto
Mantido no cargo até 2005, com a saída do primeiro
ministro Durão Barroso, Fernando Pinto ganhou mais fôlego
e coloca mais dois vôos da TAP para o Nordeste.
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Desprestígio
Carta circular do Diners avisa aos seus associados que encerrou
as atividades da sala VIP, que mantinha em parceria com a Pégaso,
no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, em Salvador.
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OAS
na ponta
Entraram em operação as oito primeiras pontes de desembarque
das doze que compõem as obras de reforma e ampliação
do Aeroporto de Congonhas. Mais uma concorrência ganha pela
empresa baiana OAS. |
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GOL
Terceira maior companhia aérea do Brasil, teve um lucro líquido
de R$ 49,137 milhões no segundo trimestre de 2004, resultado
que representa um avanço de 110,92% em relação
ao desempenho do mesmo período de 2003, quando o lucro líquido
da empresa atingiu R 23,296 milhões. No segundo trimestre deste
ano, a receita operacional alcançou R$ 385,526 milhões
(mais 20,9% em relação ao mesmo período de 2003). |
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Vasp
Até o dia 30 de novembro a empresa está vendendo seus
bilhetes pela Internet com o sistema E-ticket, em até 12 meses,
sem juros, utilizando-se cartões de crédito validados
pela Vasp. Desde que contempladas parcelas mínimas de pagamento
de R$ 55,00, podendo ser feitas diretamente pelo site da empresa (www.vasp.com.br)
ou através dos agentes de viagens, que também operam
pelo E-ticket em todo o Brasil. |
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Sua esperança é
o julgamento de um processo que move contra a União para ser indenizada
em R$ 2,236 bilhões por perdas que alega ter sofrido com o controle
de tarifas de antigos planos econômicos e que pode chegar até
R$ 7 bilhões (segundo a AGU). A batalha jurídica - também
da Vasp e da TAM - corre nos tribunais superiores, depois de ter passado
pela Justiça Federal em Brasília e no TRF. Já no STJ,
apura os votos de cinco ministros, dos quais dois já votaram a seu
favor, mas acredita-se que a decisão final será dada pelo
STF.
A companhia, Completando 77 anos, fatura US$ 1,5 bilhão anualmente,
apresenta exaustão nos equipamentos (quebra de aviões em solo
no Brasil e exterior), um déficit na frota estimado em 15 aeronaves
como resultado da devolução de aviões e alguns retomados
pela General Electric e ainda uma dívida de R$ 360 milhões
com a Infraero. Enxugou os seus quadros administrativos com a demissão
de pessoal de terra e ar, porém apresenta resistências por
parte de funcionários-diretores da holding que não admitem
perder espaço na VEM (manutenção), SATA (serviços),
Tropical (hotelaria) e até mesmo nos esqueletos da Rio-Sul e Nordeste.
A solução recomendada pelos técnicos sãos as
seguintes: os créditos do governo transformam-se em ações
de uma nova companhia, cujo nome será Varig; ações
dessa nova companhia serão ofertadas ao público; cinco por
cento delas ficarão sob controle da Fundação Rubem
Berta, atual controladora, e o acervo da velha Varig - aviões, instalações,
pessoal - passa para a nova empresa e a Fundação fica com
as dívidas com o setor privado. |
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TAM
Empresa
é a primeira na Bahia |
Julho trouxe uma
boa notícia para a TAM: a conquista do primeiro lugar no
ranking ao transportar mais passageiros (37.027 - embarcados e desembarcados),
suplantando as demais companhias aéreas. O segundo lugar
ficou com a Gol (34.631), vindo em seguida a Varig (33.118) e a
Vasp (11.501), conforme números do DAC.
Davidson Botelho, representante da empresa no estado, anuncia mais
um vôos saindo de Salvador para Belo Horizonte, e o início
de outros diários, em code-share com a Ocean Air, permitindo
a conexão da capital baiana com Lençóis, Paulo
Afonso e Petrolina (de 2ª a 6ª), utilizando o equipamento
Brasília, da Embraer. |
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Rolls-Royce
Virgin
Atlantic encomenda mais motores Trent |
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A Rolls-Royce anunciou
ter recebido uma encomenda para motores Trent 500 para impulsionar até
26 aviões A340-600 adicionais da Virgin Atlantic, podendo o contrato
chegar a US$ 1,3 bilhão, com entregas entre 2006 e 2008. Envolve
um acordo entre a Virgin Atlantic e a Airbus de 13 novos A340-600s, com
opções para mais 13. Atualmente a empresa possui sete A340-600
em serviço, tendo recebido as entregas iniciais referentes a uma
encomenda anterior para 12 dos quadrirreatores de longo alcance.
Em junho, o motor entrou para os livros de recordes ao impulsionar um
A340-500 no mais longo vôo comercial sem escala de todos os tempos,
com 18 horas e 18 minutos. A frota mundial de 42 aviões A340-500s
e -600s atualmente em serviço está estabelecendo os melhores
padrões de confiabilidade da indústria, com níveis
de prontificação de 99,82 por cento e uma razão de
retirada de motores de 0,095 por cada 1.000 horas voadas.
O presidente da empresa para a América do Sul, Francisco Itzaina,
adianta que a RR opera no Brasil nos mercados da aviação
civil, defesa, marítimo e de energia. No ar, existem mais de 500
motores aeronáuticos RR impulsionando aeronaves de asa fixa e mais
de 1.000 com helicópteros; no mar, 60 embarcações
de apoio offshore e 11 navios militares operando, e no setor de geração
de energia, mais de 30 turbinas a gás RR comercializadas, com capacidade
para gerar mais de 800MW de energia em instalações terrestres
e offshore. Mantendo contratos de manutenção de longo prazo
com todos eles.
A Varig foi o primeiro cliente de motores a jatos no país em 1950,
atendendo hoje também a TAM e Embraer. É a única
fornecedora de motores para os jatos regionais da Embraer - ERJ-145, 140,
135 e o jato executivo CJ Legacy, para os quais já entregou mais
de 1.600 motores em operação em todo o mundo. |
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Francisco Itzaina, Presidente da Rolls-Royce da América
do Sul |
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