O trabalho contou com o apoio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP e ouviu, em 12 aeroportos internacionais e dez fronteiras terrestres (sendo dois pontos em Foz do Iguaçu), 32.500 turistas. Desses, 18.000 eram receptivo aéreo e 6.400 receptivo terrestre; 1.300 eram emissivo terrestre e 6.800 emissivo aéreo.
As entrevistas com o receptivo foram feitas no término da visita internacional ao Brasil, na alta, baixa e média temporadas. Este ano, os resultados foram divididos em três categorias: "Lazer", "Negócios, Eventos e Convenções" e "Outros Motivos".
O principal motivo da viagem ao Brasil, segundo os entrevistados, foi o lazer, com 44,4%, queda em relação aos 48,5% no ano anterior. O Estado mais visitado foi o Rio de Janeiro, com 34,7% (contra 36,3% em 2004). Negócios ficou com 29,1% da preferência (crescimento em relação aos 28,7% de 2004) e o Estado mais procurado São Paulo, com 59,9% (contra 59,6% em 2004). Outros motivos foram apontados por 26,5% (contra 22,9% no ano anterior) e o Estado líder São Paulo, com 42,1% (tinha 37,9%). Visitar amigos e parentes foi o quarto motivo de visita de estrangeiros (22,6%) e estudos e cursos teve apenas 1,3%.
Os Estados mais visitados a lazer foram: Rio de Janeiro (34,7%), Santa Catarina (25,1%), Paraná (20,3%), perdendo a segunda posição para Santa Catarina, São Paulo (16%), Bahia (15,5%), perdendo a quarta posição para São Paulo), Ceará (7,2%), Rio Grande do Norte (que cresceu de 3,2% para 6,6%), Rio Grande do Sul, queda de 9,8% para 6,6%), Pernambuco (5,2%), e Amazonas (4%).
Em seguida, ainda no lazer, vêm Minas Gerais (2,8%), Paraíba (1,5%), Alagoas (1,4%), Pará (1,4%), Distrito Federal (1,3%), Mato Grosso do Sul (1,2%), Amapá (1%), Piauí (1%), Goiás (0,7%), Maranhão (0,6%), Mato Grosso (0,6%), Espírito Santo (0,5%), Roraima (0,3%), Rondônia (0,1%), Sergipe (0,1%) e Acre e Tocantins com 0%.
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